Pular para o conteúdo

Frase de Maria do Socorro Mendonça

ARTE É PURA EXTRESSÃO DO AMOR O que pode ser considerado arte? Existe arte melhor ou mais importante que a outra? A minha compreensão é que todos somos artesãos e é a diversidade de formas, que nos faz encaixar no imenso quebra cabeça que nos faz UM. O que faz o artesão expressar de forma mais bela o seu amor, é o quanto tem de amor pela forma como escolheu de fazê-lo. E ainda, o quanto, por meio da sua arte, pode alcançar no despertar e tocar o coração do outro. Todos que sonham com um mundo de paz, união e creem numa forma de tornar isso realidade, fazem arte “letrificando”, com palavras transformadas em poemas, livros. Musicando poemas. Cantando poemas e orações. Passeando com lápis no desenho e pintura. Passeando com o corpo em dança, teatro. Usando sua voz, em discursos pela paz, pela justiça, pelo respeito. Alimentando com a arte da alquimia em todas as suas formas de transformação, seja alimento, perfume, móveis, vestuário etc. Quem não faz arte? Todos que ainda não estão conscientes da sua capacidade e condição de artistas ou quem está usando de forma equivocada esse dom que Deus dá a todos os seus filhos. Desenvolver habilidades aumenta a nossa conexão com Pai em nós. Quando mergulhamos em nós descobrimos um mundo de nós em nós. Conhecer para reconhecer e permitir a manifestação de nós para a verdade, o bem e o belo. Assim, aos poucos vamos desenvolvendo habilidades que jamais acreditamos ter. Arte é tudo que possa despertar e tocar corações de forma assertiva, propositiva e traga esperança de que UM OUTRO MUNDO É POSSÍVEL! Arte é toda a forma de transformação! Existe arte recordada e arte que pode ser desenvolvida. A arte pode nos indicar o grau de evolução espiritual? Dúvidas! O que dizer de tantos artistas com práticas vaciladas? Eles se perderam de si mesmos, permitindo que sentimentos não nobres superassem o amor que conseguiram transmitir e tocar tantos corações? Foram dominados pelas externalidades?

Maria do Socorro Mendonça

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Maria do Socorro Mendonça

SOU ALGUÉM QUE QUER SER DESENXERGADA! Quero ser desenxergada, desouvida e dessentida, por todo aquele que enxerga um fim. O fim é descomeço e nada descomeça. Tudo continua com novos recomeços. Eu sou e estou continuidade. Não existe início e fim. E assim, falando comigo e sendo…
Continuar lendo

SOU ALGUÉM QUE QUER SER DESENXERGADA! Quero ser desenxergada, desouvida e dessentida, por todo aquele que enxerga um fim. O fim é descomeço e nada descomeça. Tudo continua com novos recomeços. Eu sou e estou continuidade. Não existe início e fim. E assim, falando comigo e sendo ouvida por mim, estou acontecendo: desvivendo o já vivido; aprendendo o desaprendido; sentindo o nunca dantes sentido. Vejo luz na escuridão; ouço minha voz no silêncio; desnudo-me e descubro-me; sinto-me... Serena... é a paz! Quanto sentido agora esta palavra faz... Paz! Estou em paz. Sou agora menos despreparada para: perceber melhor as situações; não repetir padrões; ser menos; ouvir o não dito; falar em silêncio; enxergar a outra verdade; desenxergar o que não se quer fazer visto; esperar o que acredito; dispensar o que desacredito; continuar caminhando na certeza de que continuarei recomeçada e, no trajeto, desinventar a solução, dando asas à imaginação e descomeçando o fim.

⁠PARA MANTER VIVA A HISTÓRIA SAUDADES DO MEU CABOCLO DOS OLHOS AZUIS! E daqui a pouco será 6 de janeiro! Era no início de janeiro que os moradores de Olivença mantinham a tradição de ir à mata, escolher a árvore que seria derrubada para no dia 06 de janeiro serem dois mastros,…
Continuar lendo

⁠PARA MANTER VIVA A HISTÓRIA SAUDADES DO MEU CABOCLO DOS OLHOS AZUIS! E daqui a pouco será 6 de janeiro! Era no início de janeiro que os moradores de Olivença mantinham a tradição de ir à mata, escolher a árvore que seria derrubada para no dia 06 de janeiro serem dois mastros, arrastados por cordas, pelos índios e moradores (adultos e crianças) do lugar que foi integrado ao município de Ilhéus em 1912 (Aldeia dos índios dos padres) e que é Distrito Rural de Ilhéus. Já morando no Pontal desde os sete anos de idade, vindo do Acuípe, meu pai em nenhum ano deixou de cumprir o seu dever, participando da “Puxada do mastro de São Sebastião”. Nas noites dos dias anteriores, ele sempre saía embaixo do “Boi estrela” como chamávamos o bumba meu boi, acompanhado pelos zabumbeiros, os quais tocavam tambor, flauta, pandeiro e zabumba, indo de casa em casa. Era momento de arrecadar alimentos ou outra ajuda para o alimento e bebida a ser consumido na cepa(derrubada da árvore) que era recheada de mosquitos. Ir para a cepa era uma aventura. A hora que a árvore caía era de festejo. Hoje, me lembro e sinto uma grande honra de lembrar do meu “caboclo dos olhos azuis” e sua fidelidade à essa festa, que infelizmente foi institucionalizada. Era tão natural! Alteraram o dia, a nossa Olivença é invadida e a festa desrespeitada. Graças aos Machadeiros, a tradição não foi totalmente descaracterizada. VIDA LONGA AOS MACHADEIROS! E lá vinha ele tocando o sino para anunciar a chegada do mastro. Atrás vinham os valorosos e corajosos homens, enfrentando a areia mole e desatolando o mastro, ao longo da jornada de 3km aproximadamente, que ficavam mais longos, pois tomados pelo cansaço paravam. Aos gritos de incentivo, retomavam a lida e avançavam. E todos cantavam alegremente “Ajuê Dão, Ajuê Dan Dão, puxa puxa leva leva o mastro de São Sebastião. Ajuê Dão, Ajuê Dan Dão, Ajuê Dan Dão virou e Ajuê Dan Dão virá Ajuê Dão, Ajuê Dan Dão...” O “Ajuê” tem a pronúncia de “Arruê” Entre um e outro refrão, Neguinha de Geísa e outras mulheres, tiravam os versos. Os homens levavam o mastro até a porta da Igreja de N.Sra. da Escada e avançavam com as cordas até o altar. Essa prática deixou de existir quando foi iniciada a institucionalização por causa do desrespeito daqueles que vinham de fora e transformaram a festa religiosa em profana. Lembro do meu pai, Everaldo Mendonça, indignado com essa alteração da tradição, relembrava o quanto antigamente era diferente, que a Praça era livre e só tinha os caboclos. Acrescentava dizendo que depois vinha muita gente fazer bagunça e fazer paródias desrespeitosas. Agora, a festa acontece todo segundo domingo do mês de janeiro e este ano, será no dia 14 de janeiro de 2018. AVANTE MACHADEIROS! Vamos manter vivas nossas tradições

⁠SOL Sol que me aquece Sol que me guarnece
Continuar lendo

⁠SOL Sol que me aquece Sol que me guarnece Sol que é calor Sol que é vida Sol que é amor Assim, consciente da sua grandeza sinto o pulsar do meu coração ao te ver nascer no horizonte e o quanto à medida que vai subindo ou eu com a terra vou rodando, parecendo mais distante, mas ao novo dia está ali a apenas um instante. Quase posso tocá-lo. E onde houver sol, lá é meu lugar. É prá lá que vou. É lá que sou! O Sol é meu amor! Socorro Mendonca

⁠Nasce uma estrela Assim acontece nas nossas vidas e sempre ouvimos de nossos avós e pais "Depois da tempestade vem a bonança". Assim, é... reformas são necessárias e elas acontecem primeiro dentro de nós! Deixemos a explosão acontecer e a estrela que será nossa guia, a luz do c…
Continuar lendo

⁠Nasce uma estrela Assim acontece nas nossas vidas e sempre ouvimos de nossos avós e pais "Depois da tempestade vem a bonança". Assim, é... reformas são necessárias e elas acontecem primeiro dentro de nós! Deixemos a explosão acontecer e a estrela que será nossa guia, a luz do caminho, sem dúvida, surgirá. A frase que me inspirou foi de um ateu... E o caos ao qual me refiro é esse que está dentro de nós. O caos geral é estabelecido a partir das desestabilizações individuais. O meu desejo é que ele seja canalizado para uma luz ou como queiram denominar... quem sabe, um caminho? Eu me renovo a cada novo momento, renascendo nova criatura.