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Frase de Lord Tennysson

Odeio o terrível vale atrás do pequeno bosque; seus lábios nos altos campos estão salpicados de urze vermelho sangue As encostas de estrias rubras gotejam como um silente de horror e sangue E o eco ao que lhe pergunte responde: morte!

Lord Tennysson

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Pensador.com

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As lágrimas do Céu O Céu chora sobre a Terra toda a noite até de manhã, na escuridão chora como todos os que se
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As lágrimas do Céu O Céu chora sobre a Terra toda a noite até de manhã, na escuridão chora como todos os que se envergonham de chorar; porque a Terra tornou o seu estado lastimoso com o mal que se infligiu em anos inumeráveis e fez por colher o fruto da sua desonra. E todo o dia o Céu recolhe as suas lágrimas Para os seus próprios olhos azuis tão claros e profundos, e chuviscando a glória do dia luminoso e leve sorri na testa esgotada da terra para ganhá-la se ela quiser.

A carga da brigada ligeira Meia légua, meia légua, meia légua em frente,
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A carga da brigada ligeira Meia légua, meia légua, meia légua em frente, todos no Vale da Morte cavalgaram com os seis centos. “Para a frente a Brigada Ligeira! Carreguem contra as armas!”, disse ele. Para o Vale da Morte cavalgaram os seiscentos Para a frente a Brigada Ligeira! Havia algum homem desanimado? Todavia, o soldado não sabia De algum que tivesse disparatado. Eles não têm de responder, eles não têm de se perguntar, eles só têm de fazer e de morrer. Para o Vale da Morte cavalgaram os seiscentos. Canhão à direita deles, canhão à esquerda deles, canhão à frente deles saraivaram e trovejaram; atingidos por balas e obuses, com audácia eles cavalgaram e bem, para as mandíbulas da Morte, para a boca do inferno cavalgaram os seiscentos. Reluziram todos os seus sabres despidos, reluziram ao rodopiarem no ar sabrando os artilheiros lá carregando contra um exército, enquanto todo o Mundo se maravilhava. Mergulhados no fumo das baterias através da linha deles romperam a direito; cossacos e russos cambaleantes das sabradas estilhaçaram-se e fenderam-se. Então eles cavalgaram para trás, mas não, não os seiscentos. Canhão à direita deles, canhão à esquerda deles, canhão à frente deles saraivaram e trovejaram; atingidos por balas e obuses, enquanto cavalos e heróis caíam, eles que haviam lutado tão bem vieram através da mandíbulas da Morte, de volta da boca do inferno, tudo o que restava deles, o que restava dos seiscentos. Quando irá a sua glória desvanecer-se? Oh, a carga bravia que eles fizeram! Todo o Mundo se maravilhou. Honrem a carga que eles fizeram! Honrem a Brigada Ligeira, Nobres seiscentos

A senhora de Shalott Lá ela tece noite e dia Uma teia mágica de cores vistosas.
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A senhora de Shalott Lá ela tece noite e dia Uma teia mágica de cores vistosas. Ela ouviu um sussurro dizendo: Uma maldição cairá sobre ela se continuar a Olhar com desprezo para Camelot. Ela não sabe qual é a maldição, E assim ela tece continuamente, E outro pouco cuidado ela tem, A senhora de Shalott E movendo-se através de um espelho Que pende diante dela o ano todo, Sombras do mundo aparecem. Lá ela vê a estrada próxima Que desce sinuosa até Camelot Mas em sua teia ela ainda se deleita Em tecer as visões mágicas do espelho, Pois frequentemente, nas noites silenciosas, Um funeral, com plumas e luzes E música, dirigia-se a Camelot; Ou quando a lua brilhava no céu Surgiam dois jovens amantes recém-casados. “Eu estou cansada de sombras”, disse A senhora de Shalott. *** E descendo o vasto e turvo rio Como um bravo vidente em transe, Ao ver toda a sua infelicidade Com um olhar opaco, Ela contemplou Camelot. E ao final do dia Ela soltou a âncora e se deitou; A correnteza carregou-a para bem longe, A senhora de Shalott. - “The Lady of Shalott”, de Alfred, Lord Tennyson