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Frase de Nemilson Vieira de Moraes

MEUS POEMAS Meu primeiro poema foi tão fraquinho: sem harmonia, sem coerência... Apesar de feito, com muito carinho, era infantil, e sem consistência... E, como João – graveto fazia meu ninho. Meu primeiro poema não levava jeito. Ainda hoje tropeço no tecer... Mesmo vindo do peito, e da alma; as duras lavras. A nenhum leitor agradava: por não ligar nada com nada. Meu primeiro poema, não teve graça alguma. E fora, para alguns, um grande insucesso. Para outros, apenas, mais um; para maioria, um retrocesso. Meu primeiro poema falava de amor; um tema tão explorado, em que, os namorados, não mais se amam, só ficam... Não sabem, definir esse sentimento. Meu segundo poema, já foi mais convincente; assim como a graça do pirilampo, no frescor da noite e dos ventos; foi como a imponência e a beleza da ema, solta no campo. Meu último poema foi o mais lindo! E o mais brilhante poema, que já fiz. Desafio alguém, a fazer outro igual! Ao tecê-lo, desprendi tanta ternura e esmero, que não vi outro, tal qual. Foi uma obra prima, a mais valiosa das artes! Caprichei demais, até, principalmente nos arremates, E com a candura de um bom filho, o dediquei à pessoa mais importante Do mundo pra mim: obrigado mamãe por ser e ter inspirado a minha mais bela poesia! E por ser, mais preciosa do que o diamante. - 14.04.16

Nemilson Vieira de Moraes

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Quem vive em cima do muro ou na janela,tendem a cair para o lado de fora (01.01.18).
TODOS CORREM Corre o tempo e não percebo; corre o vento, ao relento. Na terra, resolutas, correm às águas para o mar.
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TODOS CORREM Corre o tempo e não percebo; corre o vento, ao relento. Na terra, resolutas, correm às águas para o mar. No céu, correm as nuvens, sem se aquietarem. No poeta, corre à prosa, o verso e o reverso. Os anos correm também, minguando os dias. Nas artérias, veias e capilares, correm nutrientes. Dos olhos, correm as lágrimas sentidas. Nos trilhos, correm os trens; num constante vai e vem. No trabalho, corre o suor, do rosto do trabalhador. Nas festas, corre solta a alegria. No papel corre à escrita fluída; coesa,harmônica, sucinta...bonita. Nos tribunais correm a justiça. Nas estradas correm os veículos. Nos jornais correm as notícias. Os barcos correm nos rios,lagos e mares. Em eventos religiosos, correm às folias. Aviões,voando, correm nos ares. Na cadeia alimentar,as presas, correm dos predadores. Às cobras correm dos gavões e das pauladas. Correm das dívidas, os maus pagadores. A polícia vive correndo atrás dos infratores. Uma má notícia corre longe; mais do que uma boa. Para socorrer os pacientes, correm os doutores. Os atletas vivem correndo nas pistas e nos gramados. Quando aparece os agentes da Lei, os meliantes, correm por todos os lados. Corre o dinheiro de mão em mão e de bolso em bolso; na praça. O inimigo de Deus corre da cruz. E os pecadores correm da graça. Urubus correm para carniças. Muitos correm do dever. Depois correm da justiça. Outros correm para o delito. E os processos correm em segredo de justiça. Levo a vida na correria de sempre... Pois, sem correr atrás do lucro ninguém fica.(12.01.18)