Frase de Carlos de Castro
ESPERA DESESPERADA Na velha gare esperei por ti; Na esperança anunciada De te ter como coisa amada Naquilo que ao ganhar perdi. Só depois é que vi Que as estradas E os carris das vidas São feitos de tudos e nadas. Nem sempre são retas desejadas Para alcançar o sonho final, Se não a mim e ao mundo Vai um logro tão profundo, Um medonho e abismal Desígnio infernal Nas encruzilhadas do mal. Dessas, eu nunca me lembrei... Por descuido me esqueci. Agora, eu sei Porque peno assim por ti. (Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 04-06-2023)
No pensador.ai desde