Frase de Suellayne Almeida
FADO DA AQUARELA Dos subúrbios, avisto O arranha céu, um cata-vento Inspiro e assovio, transcende cor De norte ao sul, A forjar, o quão escuro, descende O espelho de narciso Os tufões de já não haver, Anistia, de cada engenho Cobrir-se a névoa, deprede o espelho O absinto, sobre a mesa, que reluz Do inspiro, Um arco-íris! De outrora jaz. Livro: 1.205 Folha: 251
No pensador.ai desde