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Frase de Heinnelli

⁠Em Busca de uma Morada Acharei uma morada? Quem sabe. Só espero não ter um infarte de tanto andar e não encontrar nada. Ou, minha residência já pode estar a vista mas ainda sem o morador que reside em nossas vidas, e que nos diz aonde ir. Foi assim que me tornei um nômade tentando desvendar o que esconde por trás da incompetência deste falso monge em não aceitar a conhecer-se. Não vai demorar muito. pelo menos eu espero caso contrário, verei que estou no cúmulo da ignorância. Como disse um sábio desconhecido "Só aprende quando apanha", apesar de que a maioria estranha quando o aprendizado te torna um esquisito. Um esquisito que muitas vezes tem mais juízo do que as pessoas sãs, das quais não conseguem ver o amanhã. E pior, pensam que o destino não apronta. Continuo a minha jornada. Tento manter o otimismo. Infelizmente sei: não importa o que eu faça, apenas eu posso seguir neste solitário caminho.

Heinnelli

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Pensador.com

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Outras frases de Heinnelli

⁠O Paradoxo da Mudança Mudanças... que coisa mais complicada. Algo inevitável em nossa vida.
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⁠O Paradoxo da Mudança Mudanças... que coisa mais complicada. Algo inevitável em nossa vida. Mesmo não desejando, nada pode mudar a mudança. Às vezes gradual; às vezes repentina. Ela vem como as ondas do mar; derrubam nosso castelinho sem nenhum aviso prévio. Não quero mudanças. Quero continuar assim. Vivendo uma vida da qual é muito diferente do pretérito em que eu vivia, preso no meu mundinho. Mas também, não quero continuar assim. Pois é no tempo ruim, que a mudança derruba um castelo já destruído. Tenho medo do que pode vir. Tenho medo do que pode não vir. Perder algo especial para mim ou perder a oportunidade de ouro. De novo, me vejo preso nesse paradoxo. O mesmo que me faz dormir e levantar, na esperança de um dia melhor, na esperança de que um dia não seja pior. Lembranças, há de resistirem. Não importa o quanto o tempo passe ou o quanto a situação mude. Diante do Paradoxo da Mudança, apenas a lembrança é imune.

A Melodia Interna⁠ Tentei me encontrar e falhei. Falhei em me encontrar, mas sei que tentei.
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A Melodia Interna⁠ Tentei me encontrar e falhei. Falhei em me encontrar, mas sei que tentei. Ou será que não? Talvez a ideia de que devemos nos encontrar Seja só uma ilusão E o que pensamos querer ou gostar Seja fruto da nossa imaginação. Tentamos encontrar uma lógica em tudo, Entretanto até mesmo o mundo Pode não ter nem precisar dela. Gosto, não gosto. Quero, não quero. Às vezes percebo que o que provém do meu interesse É apenas um consolo do meu subconsciente para me falar Que é necessário que em algo eu seja bom. A incerteza permanece até agora; Escrevendo na frente da televisão, Me preparando para ir à escola, Crendo que essa é a decisão correta. Tive medo de acabar arriscando meu precioso tempo, Vendo ele partir ao vento que move meus cabelos. Porém acho que não tem problema Porque vejo atualmente como uma benção O aproveitamento da vida enquanto posso. Admito que grande parte dos poucos dilemas Criados pela inspiração que provavelmente passará logo Foi uma mentira, pelo menos quanto a minha pessoa Mas não em relação às outras E se assim foi, fico feliz pois Saberei que finalmente fiz uma coisa boa. É com isso que afirmo com toda certeza Que cada palavra e cada verso Não foi apenas da minha cabeça Mas também do coração.

O Homem e o Relógio Um homem encara um relógio, vendo cada tic tac ecoar pelo cômodo. Tanto tempo se passa, ainda sem sentir incômodo.
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O Homem e o Relógio Um homem encara um relógio, vendo cada tic tac ecoar pelo cômodo. Tanto tempo se passa, ainda sem sentir incômodo. Ele não desiste e insiste em encará-lo, ignorando o fato de que o ponteiro ainda se movia. Foram anos e anos: os dois não pararam de se entreolhar, até que chegou o dia em que o homem morreu de ver o tempo passar. Foi como um recado; mesmo observando cada segundo, bem lá no fundo tudo passou-se muito, muito rápido. Lá se foi o homem inimigo do bom e velho tempo, do qual levou no relento todos aqueles que no mesmo caminho fossem.

⁠A Ponte Havia um guaxinim que morava na floresta, do qual vivia uma vida sossegada. Ele era conhecido e amado por todos os animais, porém algo que jamais pensariam era que o bicho não via a felicidade em nada.
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⁠A Ponte Havia um guaxinim que morava na floresta, do qual vivia uma vida sossegada. Ele era conhecido e amado por todos os animais, porém algo que jamais pensariam era que o bicho não via a felicidade em nada. "Oras, mas como? Se sua vida era boa assim; paz, amigos... por que ele era infeliz?" Eis a questão: ele estava nesse mundo só por estar, sem saber como aproveitar tudo que estava em sua volta. O animal se preparou, e então abriu a porta que o destino decidiu lhe reservar. Saindo da floresta, ele opta por viajar pela cidade, achando que cedo ou tarde finalmente encontraria a peça que faltava. Foram várias tentativas, uma mais fracassada que a outra, questionando se sua escolha teria sido a errada. Chega um dia em que o guaxinim acaba por encontrar uma ponte velha que levava a um local ainda desconhecido. Com a paciência já por um fio, a criatura desiste de tudo, não tendo ideia do que agora o espera. Uma voz misteriosa pode ser ouvida: "Acha mesmo que esta é a saída? Passe. Passe pela ponte e terá a sua preciosa felicidade". Ao escutar, ele começa a ter esperanças, sem nem mesmo pensar no quão estranha era a oferta, e se sequer era verdade. Perguntando inocentemente o que era preciso fazer, a voz responde: "É como eu te disse, apenas passe pela ponte. Lá do outro lado é onde você poderá ser feliz". Pareceu como um presente vindo dos céus; afinal, quais as chances de alguém ter uma oportunidade dessas tão de repente em um mundo tão cruel? Após a resposta, o ansioso guaxinim passa pela famigerada ponte que estava caindo aos pedaços. A cada passo, ele se sente cada vez mais baixo, enquanto tudo parecia ficar mais solto. Neste momento, a esperança é substituída pelo medo e a felicidade por desespero, imediatamente tentando voltar. O problema é que agora era tarde demais, e sem poder fazer mais nada, ele fecha os olhos e cai no abismo criado pelo erro de não perceber a hora de voltar atrás.