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Frase de Joelma Antunes

DILACERADA DOR DE AMAR Senti aquela dor novamente... Aquela dor que ninguém pode escutar Que as lágrimas tentam expressar Mas não conseguem... O olhar que desespera no silêncio Sem palavras, Sem gestos, Sofre a amargura de senti-la Incompreensível dor que se faz presente Diariamente acompanha de longe a esperança Observando cada momento Para que por um instante em frações de segundos Consiga te levar para longe mim E sem fim... Vai doer Até que um vento de saudades te faça voltar E dizer da sua falta que em mim de você está Aquela dor que novamente... Fez-te tão presente Que as lágrimas não podiam expressar Mas você chegou e veio enxugar E me ensinou de verdade o que é amar

Joelma Antunes

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Pensador.com

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LINHAS VULNERÁVEIS DA SAUDADE Forrei meu caminho de amor Como a lágrima que sorrir
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LINHAS VULNERÁVEIS DA SAUDADE Forrei meu caminho de amor Como a lágrima que sorrir Mergulhei na alegria da tua alma Num abraço que chora Arrancando do peito A única lágrima que me restava Nas forças que poupei Quando desastradamente passou por mim... Sigo atônito nas linhas indecifráveis do tempo Busco-te nos meus pensamentos noturnos Em Frases cortadas pelo silencio Ate que os sonhos novamente batam a porta Folheio-me nas páginas da vida Despertando em meus anseios ocos Encontrando recordações impalpáveis... E nessas linhas vulneráveis Sou apenas resquícios de vida Flutuando em tuas saudades

FALA-ME COM TEU SILÊNCIO Um sorriso basta! Do que não sei ao certo
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FALA-ME COM TEU SILÊNCIO Um sorriso basta! Do que não sei ao certo Gosto de ti até quanto te calas E em teus lábios colho palavras Que alimentam minha vida E molda minhas esperanças. Delicadamente observo nos olhos do futuro Sonhos... Alguns deles destruídos, Alguns mais redirecionados E alguns outros misteriosos Que degustei ao longo da existência. Despi-me das perguntas Pois já não havia respostas óbvias E eu faria qualquer sacrifício Para que teus sorrisos fossem eternos E não apenas de momento. Lancei ao mar o grito que bradei Querendo dar-te liberdade E calei os sentimentos que afagam minha alma Grande amor que foi essa mentira! Nesta grande mentira mergulhei minhas verdades.

JAZIDAS LEMBRANÇAS Quando nossos olhares se encontraram Eu desejei morar nos calabouços do teu coração,
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JAZIDAS LEMBRANÇAS Quando nossos olhares se encontraram Eu desejei morar nos calabouços do teu coração, Mesmo se tivesse que viver Na escassez de sentimentos. Havia em mim, Uma enorme necessidade de viver! Uma urgência de abandonar a dor Morri nas trocas de palavras Ao buscar a vida que hoje não mais respira! Onde o silêncio se dava bem com o coração Numa presença que não mais existia Caminhei por onde o amor jazia. Quando fostes embora... Levastes a minha liberdade E me aprisionei no surreal do descontentamento! Uma sensação de ter tocado a felicidade E ela simplesmente virou pó!

Dura ausência As minhas mãos estão tão solitárias sem as tuas!!! Minhas saudades te pedem para ficar
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Dura ausência As minhas mãos estão tão solitárias sem as tuas!!! Minhas saudades te pedem para ficar Chego até ver-te sem te olhar Não me importo em suplicar Esqueça tudo e comigo vem ficar Porque se for medo... Deixas que os meus medos abracem os teus! Não sei se meu destino é teu caminho ou Se meu caminho é teu destino Meus braços falam para você ficar E na força desse abraço Entenda... Que ainda quero te amar! Recordo ... Que a força do último abraço Desperta a memória dos meus sonhos E no infinito eu contemplo A inquietude da manhã chegando As portas das saudades se abrem Como se ainda fosse possível Ter-te em meus braços O sobressalto da tua presença. O reviver da minha entrega... E o meu amor desvendado em um único olhar Num infinito que me contemplo... Na intimidade de um olhar nítido! Sentimento que me deixa enclausurar Por qualquer palavra tu me decifra E no silêncio da tua ausência Refugio-me nos sótãos dos meus poemas