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Outras frases de Jéssica Pascoal Ferreira

Quão triste é, quando nossas almas cansadas e solitárias nos deprimem, fazendo com que, nós sábios, levantem as mãos para o céu, na esperança de ser importante para alguém. Em algum momento, você quer apontar para as estrelas, ai você percebe que nem todos se importam, pois em ve…
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Quão triste é, quando nossas almas cansadas e solitárias nos deprimem, fazendo com que, nós sábios, levantem as mãos para o céu, na esperança de ser importante para alguém. Em algum momento, você quer apontar para as estrelas, ai você percebe que nem todos se importam, pois em vez de olharem para as estrelas, olham para os dedos.

Eu sou à noite, mas às vezes tenho medo da minha escuridão. Se ao menos você trouxesse um pouco das suas estrelas, eu poderia ver o seu olhar. Não que eu queira ver os nossos sentimentos, e se quisesse, bastava fechar os olhos. Apenas necessito das suas estrelas para ver seu lind…
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Eu sou à noite, mas às vezes tenho medo da minha escuridão. Se ao menos você trouxesse um pouco das suas estrelas, eu poderia ver o seu olhar. Não que eu queira ver os nossos sentimentos, e se quisesse, bastava fechar os olhos. Apenas necessito das suas estrelas para ver seu lindo rosto, você não brilha, pois também é a escuridão deste grande universo. Ganhou lindas estrelas para iluminar a quem escolheu amar. Ainda não vi elas brilharem... Não necessito de muitas luzes, sei que sua alma estar distante e triste. Então por que você não fecha os seus olhos? Descobriria que aqui é o seu lugar. Eu descobrir que você prefere viver apenas no escuro, eu não me importaria de estar ao seu lado assim. E por fim, entendi que não é a escuridão que me prende, e sim eu que me prendo a ela.

Em uma gota no papel, derramou-se o último pingo de desejo que um dia parecia interminável. Só que ela não imaginava que o mundo corria demais e quem ficasse em deriva poderia em algum momento afundar em um mar de ilusões, então ela correu e ela não tinha muito tempo, em seu dese…
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Em uma gota no papel, derramou-se o último pingo de desejo que um dia parecia interminável. Só que ela não imaginava que o mundo corria demais e quem ficasse em deriva poderia em algum momento afundar em um mar de ilusões, então ela correu e ela não tinha muito tempo, em seu desespero profundo conseguiu dar a sua volta e foi-se retornando ao se ponto predileto. Ligeiramente foi arremessada contra a parede por aquele em que seu coração batia loucamente, enquanto ela era imprensada pelo seu corpo, parou-se no tempo perdida, pensara ela como era difícil e irresistível correr do que era feito só para ela. Seu olhar e seus lábios estavam ofegantes, as suas sombras mostravam ao chão toda a sensualidade e prazer que ali ocorria. Então a doce menina bebia o veneno com muita sede, sem se preocupar com o dia seguinte, ela estava entre a vida e a morte, mas interlaçou-se o seu corpo assim como uma fita levada no vendaval, lançando os galhos das plantas secas, liberando as suas adrenalinas em puros arrepios. Esqueceu-se do amanhã, que provavelmente seria frio, em que apenas as lembranças se fariam presentes.