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Frase de Carlos Humberto Pena

A Notícia O telejornal começou com a instigante notícia: _ A ciência explica o amor! O jornalista ainda disse com pesar em seu discurso: _ Para a tristeza dos poetas, cientistas afirmam que o amor nada mais é do que uma cadeia de reações químicas do cérebro... Podre jornalista. Pobre notícia. Pobres cientistas. Como poderiam os cientistas decifrar o amor se ainda nem conseguiram explicar a existência dos dragões? Ora, o que sabem esses cientistas se nunca cavalgaram em um unicórnio ou discutiram sobre os Guadalupes? Eles nem mesmo puderam descobrir onde moram as fadas e os duendes e nunca escreveram para o Papai Noel. Pobres cientistas! Aliás, eles nunca se pronunciaram sobre as intervenções salvadoras dos anjos da guarda ou sobre os olhos atentos de São Longuinho. Por acaso esses sujeitos já viram extraterrestres ou se assustaram com fantasmas? Então como seriam confiáveis? Podres cientistas que nunca puderam falar com Deus através do amor. Podres cientistas que amam por reações químicas cerebrais. Podres cientistas que nunca puderam amar, simplesmente. Pobres cientistas que se preocupam em explicar o amor. Afinal, quem disse que o amor pede explicação?

Carlos Humberto Pena

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Eu creio na meiga canção que sopra da aurora E que ecoa na última lágrima de despedida Eu creio com a mesma fé das árvores Que se alimentam da solidão das horas