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Frase de Emerson Mollin

À cada curva da vida possuímos medo, medo não sei do que, do desconhecido talvez. E isso é o mais impressionante, temos pavor de coisas que não existem e nunca aconteceram. Duvidamos da nossa sanidade e nos encolhemos num cantinho esperando que tudo fique bem. Um bem que não faria mal, um mal que não faria bem. Um pôr do Sol que você perdeu, um abraço que se foi, aquele eu te amo que tanto esperou. Mas é assim, nessas curvas da vida, cada um encontra seu meio de se perder e ser perdido.

Emerson Mollin

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Emerson Mollin

Tenho visto meu mundo mudar, enquanto me desapego das obsessões inúteis da vida. Digo com clareza que cansei de buscar por respostas, entendendo que as velhas perguntas já não servem mais. Não há nada para se arrepender, muito menos adorar. Aliás, arrependimento é uma palavra que…
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Tenho visto meu mundo mudar, enquanto me desapego das obsessões inúteis da vida. Digo com clareza que cansei de buscar por respostas, entendendo que as velhas perguntas já não servem mais. Não há nada para se arrepender, muito menos adorar. Aliás, arrependimento é uma palavra que os vivos conhecem? Pois sinceramente, falamos de possuir uma história, ser honestos e entender alguém, mas o que fazer com essa batalha interna que existe em nós? Só há um jeito, superar. Se as pessoas desejam partir, elas que escolham o sentido contrário, pois de tanto dar voltas, sempre acabam se encontrando diante do mesmo caminho. E olhar com desprezo não resolve, se odiar também não. Em vez disso, o chão torna-se o tão aguardado consolo, pronto para dizer o que os olhos insistem em negar: sua falta foi superada e as lacunas de solidão se fecharam. Agora seu amor não tem sentido algum, você foi uma covarde, a antítese de um amigo. E eu decidi partir antes que fosse tarde demais, sem cartas, nem lágrimas, tudo secou, e as poucas palavras aprisionadas revelam o sacrifício que eu faço: sobreviver.

A vida, como um acidente de carro ou uma metáfora inexplicável,
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A vida, como um acidente de carro ou uma metáfora inexplicável, perante a doença ou a cura. Os sentimentos, à mercê da perda ou da reconciliação, do horror de jamais rever alguém ou diante da felicidade de um abraço. A dúvida de existir, como um animal indefeso, à espreita de um felino, que voou tarde demais, e foi amordaçado. Por que você admira as penas, se nem mesmo tentou salvar o pobre pássaro?