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Frase de Gabriel SIlva Corrêa Lima

Rotina lusco-fusco... é o amanhecer de meus tempos que faz-se principio de meus verbetes, o bom do sereno, e dos orvalhos ... cálida hora... o melhor a fazer então , é observar os versos de outrora. Apenas a me lembrar do antes, a custe da tarde de meus versos , descrevem com peculiaridade, és o horário mais fastidioso o horário que meia a manhã e noite essa tal tarde... Vai crepúsculo, que se inicia ao brilho da majestosa musa cândida... aos céus paira, e minguante está. Quero ver na sexta a cheia se revelar... vou perder a linha, e como infante homem ser um mero lobo, talvez...um apaixonado lobisomem Letargia que se enaltece, logo agora que a diversão impede a nostalgia de ver-me vibrar ao chão que não rima Gabriel Silva Corrêa Lima

Gabriel SIlva Corrêa Lima

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Gabriel SIlva Corrêa Lima

Dizem para irmos até a luz do fim do túnel, para sobreviver a escuridão que há em um lugar como este , temos de ser sombra, somos a sobra dentro deste , se sairmos , iremos ser dissipados pela luz .
Meu sobretudo É neste santuário, casa sagrada que a santa dorme, com suas mãos veladas ,
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Meu sobretudo É neste santuário, casa sagrada que a santa dorme, com suas mãos veladas , sobrepostas aos seios cambiando uma lágrima de dor receando e criando amparos para teus próprios anseios Sacerdotisa minguada que enaltece a solidão , tens de orar solenemente para que a dor ressalve os fragmentos de seu passado fardo . Ó !! Virgem pura e humilde de coração imaculada, virginal , mãe dos escandinavos orai por nós, ó mãe dos santos protetores de minha castidade, tem de piedade de todos nós, mãe admirável, suntuosa, "rogai por nós que recorremos a vós. " É aqui, nesse sacrário , que meu fim infame se esconde a não ter o labor de orar, não serás preciso, mãe faça isso por mim... minha carne voluptuosa não és mais nada, só lhes reta agora por mim velar

Mentira Injuriado, pobre homem, caluniado pela lâmina da mais afiada justiça
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Mentira Injuriado, pobre homem, caluniado pela lâmina da mais afiada justiça de pente fino, pobre homem... destino que cuidas desse ser. E que em um mágico dia seja manumito e seja banhado pelo sangue de teu próprio corpo esbanjado. Agora tarda... desvendas tarde... tal homem injuriado. Lúdicos sonhos pulverizados ao vento, devaneiam na mente de cada mentiroso, que perpetuam de remorso, a cada ato cometido, são extasiados pela fadiga da veridicidade, quão vorás rancoroso, não raciocinam por cada ato violento. Homem calculista, somos todos nós, a mentira não é mais mentira, tão sega a sociedade, quão hipócrita a língua, de pouco a pouco asilam essa outra realidade