Frase de Rê Pinheiro
O DUELO DA ALMA É difícil engolir seco. É doloroso calar a voz de alguns instintos. Mas o que para muitos é loucura eu dou o nome de sensatez. Eu me permito renunciar para crescer. Me redimir para evoluir. Sou, ansiosa sim. Mas minha ansiedade é minha. Não deve ser despejada em ninguém. Não estou privada de sentir instantes momentaneos de raiva. Mas me recordo, sempre ela é minha e como ela posso fazer o que quiser. Posso gritar, bater, xingar. Mas posso simplesmente transformá-la em outros sentimentos. Pois se parar para pensar: Se a amizade pode se transformar em amor. A trsiteza em felicidade. Porque não fazer da raiva, um dos degraus mais altos para a sabedoria? O ódio, a íra, a raiva podemos muitas vezes enxergar como testes. Testes de paciência, tolerância, equilibro e o maior e mais complexo de todos. O perdão. Não o perdão da boca para fora, estou falando do perdoar de alma. Mas, a única maneira de conseguir de verdade´perdoar alguém que te fez ou te faz mal. É sendo superior a ele, e revidando com o bem. Ser grande, não é ser forte. Ser grande é ser sábio. Mas não estou falando da sabedoria adquirida em livros, faculdades. Me refiro a sabedoria do espirito. Tudo aqui é tão breve. E muitas vezes quando nos damos conta tudo passou. É ingenuidade pensar que tudo termina quando a vida aqui se finda. É absurdo ignorar a existência de Deus. Mas apenas crer não é suficiente. Precisamos de algo para um dia entrar num reino onde hoje não podemos enxergar pelos olhos da matéria. Algo que escutamos desde crianças. Algo que é pronunciado sempre. Mas poucos conseguem desvendar seus segredos e verdadeiramente conhecer sua essência. Ele é o dom do amor. 1 Coríntios 13 Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine. E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria. E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria. O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece. Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor nunca falha; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá; Porque, em parte, conhecemos, e em parte profetizamos; Mas, quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado. Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino. Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido. Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor. Rê Pinheiro
No pensador.ai desde