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Frase de Nara Juscely Minervino de Carvalho Marcelino

⁠O CORDEIRO E O PAVÃO Nara Minervino Estavam o cordeiro e a raposa a conversar sobre beleza e virtudes, quando, de repente, o pavão afronta o cordeiro com suas palavras de vaidade: - Bem se vê que tu nunca vais arrancar aplausos em tua vida! És tímido e inocente demais para veres que a realização pessoal e o interesse dos outros vêm da vida esplendorosa e da beleza plena! – Disse vaidoso o pavão, cheio de suas penas coloridas, lindas e esticadas. - Mas não são de aplausos que procuro viver, Pavão amigo e afrontoso. Não preciso de holofotes. Minha vida simples e tranquila é mais do que suficiente para trazer toda a alegria de que preciso. – Respondeu humildemente o cordeiro. - Não! Não podes dizer uma coisa dessas! Afinal, tu tens a lã mais macia do mundo e é por ela que precisas tornar glamourosa a tua vida. Afinal, se não te tornas cada dia mais belo, quem há de querer tua lã, ainda que seja a mais macia do mundo? O cordeiro, entendendo que o pavão demonstrava admiração por sua lã, respondeu: - Pavão, meu querido amigo Pavão, tu me amas e me admiras, mesmo sabendo que eu não tenho vaidade alguma nem me esforço para que minha lã seja ainda mais macia. Por que, então, aqueles que, como ti, me amam e admiram não quereriam o que lhes posso oferecer tão simplesmente: a minha lã naturalmente macia e a minha bondade? O pavão, ouvindo atentamente as palavras do amigo cordeiro, respondeu-lhe, meio sem graça: - É verdade o que tu dizes, amigo Cordeiro! Amo-te e te admiro! Tua lã me encanta como teu coração me conquista! Mas te ver tão sem vaidade incomoda a mim, que sou tão esplendoroso e belo! - Tu te achas esplendoroso e belo porque assim tu és, mas de que adianta tanta beleza, se o teu coração fosse amargo e seco? Não haveria quem te quisesse cheio de glamour, se o que tu tivesses a oferecer não fosse nada além de tuas penas, que há de ficarem velhas e caírem? O pavão admirou-se ainda mais do cordeiro, desculpando-se pelo que disse. MORAL: vale menos a aparência bela do que o belo que se tem por dentro.

Nara Juscely Minervino de Carvalho Marcelino

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Pensador.com

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não há nada mais Destruidor e Usurpador da alegria de viver do que alguém por em dúvida aquilo que dizemos. a nossa Verdade torna-se Insuportável para nós mesmos, deixando Desolado o nosso mais íntimo ser, não pela dúvida, mas pela Autoridade que perdemos em não sermos dignos de crença.

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SOU EU UM POUCO DE MIM Ser diferente dos outros não me torna de mim diferente. Eu gosto do que me alegra e aceito bem o que me convém, mas mudar por alguém eu não sei, pois deixar de ser eu não me faz bem, se sem mim eu não sei me encontrar e, não me achando, não encontro ninguém. Não sou bonita, não sou feia, não tenho talento algum, mas no pouco de mim que eu sou, do tudo que de pouco estou, encontro um muito de mim. Feliz, alegre ou triste, não sou bem o que você procurou, mas sou o melhor do que de mim existe.

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Riscos constantes tornam a vida excitante! mas até quanto é necessário arriscar? Ostentar momentos de prazer, de sedução e de fantasias Transformam nossa forma de ver a vida, sem dúvidas, e léva-nos a crer que Indispensável é que tudo isso aconteça. aí... chega a calmaria, o equilíbrio, a compensação da alma e aquela Nostalgia inicial cede lugar para a realização plena do espírito, e o coração, enfim, se acalma. a isso dá-se o nome de rotina? não. a isso dá-se o nome de Amor. amor puro e verdadeiro. amor que eu quero.