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Frase de Wesley Nabuco

O homem e a felicidade. Um belo dia, onde flores e abelhas se beijavam, onde rio e mar se namoravam. Um projeto de homem triste, pulava sobre as pedras, cantarolando "Pula um, pula dois, deixa a felicidade pra depois" Ele não sabia cantar para felicidade, então nesse dia, ele avistou na distância em que os olhos percorriam, uma menina, meio desengonçada, mas encantadora! Ele a flagrou em olhar de pensamento, não hesitou em perguntar:- Menina, o que pensa? A menina o respondeu:- Penso em como ser feliz. De qual felicidade eles tanto precisavam, será que eles ainda acreditavam que poderiam ser feliz? A conversa não teve continuidade. Mas o projeto ainda estava ao lado dela. Olhando em direção contrária a qual ela olhava. Dias se passaram. As estações sorriam, mas eles continuavam em chuva. Choravam, sem parar. Mas sem sair do lugar. O tempo passou. E o dia tão chuvoso do olhar. Terminou com um começar. A menina era inteligente, o garoto nem tanto. Logo percebeu que já era feliz. Só estava em momento, olhou para o lado, e o projeto ainda chorava. Então ali ela o abrigou, dentro do lar do abraço. Ele se encaixou a ela. O que era chuva e embaçar, se tornou sol com vista para o mar. No encontro do riso dela, ele encontrou felicidade singela. Moral: A felicidade está tão perto da tristeza, tão quanto a mentira está da verdade.

Wesley Nabuco

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Pensador.com

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Mistura Versão 3 - Completa. Nordestino (Nordeste de minha lembrança, o tempo leva a chuva, a união sustenta o tempo com a mistura das peles. Saboreio a eternidade cultural, prestígio a saudosa tribo! União...união, lembranças da escravidão, índios e seus espelhos refletindo os medos. No aperreio do memorar a seca veio de morar, meus olhos vieram a alagar por Kariris e irmão Aduke. Lembro e cuido da minha amada lembrança, bumba e seus barulhos a passar.) Negro e Índio (A união do pensamento e do olhar, minha pele, meus cabelos, minha liberdade, nessa luta nos unimos, em cultura viramos mis-tu-ra! Brasileiros...Brasileiros em espirito... guerreiros que foram trazidos, exportados, destruídos!.) Nordestino ( É, ainda posso ouvir-los minutos antes de se erguerem para entrar na história.) Índio ( Grito do meu povo refletido nos olhos de uma pálida pele portuguesa.) Negro ( Chicotes e gemidos de minha mãe! Na dança, no batuque, escuto a voz de meu pai :- Resistance . Oxalá traga à paz. ) Nordestino ( Passa boi, passa boi-bumba, enquanto dançam os chamados mulambos, gritam os pardos em cima dos galhos.) Negro e Índio ( Cante em meu peito liberdade! Cante nos rios e nos mares! Cante em meu peito cultura, me sustento em teu seio enquanto prematuro!) Nordestino ( Meus pés gritam para Deus, porque tirou de um filho seu a água que banha a vida? Minha luta, minha labuta, o pensamento embebeda, os olhos escorrem meus molhados pingos.) Negro ( Mãe! Deixe passar o boi! Deixe o boi passar! Festeje essa dor, alegre-se pelo que a de mudar.) Índio ( Anauê Arebo. Salve a cada dia. ) Negro (Ṣaaju ki ọjọ to pa ọ. Antes que o dia te mate.) Nordestino. ( Antes que o tempo lhe leve, sem te tornar PARTE.)