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Frase de Tiago Amaral

Gloriosa Dama Que nu puro ato de pensar sobre tal maravilhosa dama. Meu coração de forma tão sutil quanto singela, dizia-me, que amava. Cujo então meu coração a mim mais, não pertencia. Se não a aquela gloriosa senhorita. Cujo que porventura sempre aviste cada vez mais magnificar. Dando aparecer que o tempo para ela ou para meus olhos não passassem. Então não seria capaz de dizer ou descrever o que por destino fizeste bater meu coração tão forte por ela. Passaria-me eu a eternidade para descrever tal amor. Que por minha amada sinto tão forte pelos olhos e olhares dela. Então o que meu coração ansiava, aconteceu, fazia-se presente a minha amada a corte. Gentilmente meus olhos e olhares a glorificavam. Em quanto ela com toda tua nobreza e humildade se dirigia até as outras damas. Se entre os astros e estrelas fosse posta tua beleza em comparação, seria a minha amada a maior de toda a beleza celestial. Então todos os astros haveriam de se dirigir a minha amada para glorifica-la. Que se na dor começa o amor que no amor termina-se a dor. Ou seja, digo: “Que no amor começa o penar que no penar começasse o amar.” Pôs creio que não a sofrimento algum no amor. No ato de amar, que por tal dama tenho. E toda beleza da vida quanto dela, que de forma tão singela me causa afeição. Que pela lei do infinito e suas regras pousara então em meu coração. Seguindo aquela cujo o nome refiro-me a: “Eternidade” que por ela então em meu coração pousará aquela cujo ao pronunciar teu nome me faz suspirará, falo-te de, Carolina.

Tiago Amaral

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Escrevendo no meio do nada em uma cabana enquanto paro para observar a lua cheia e contemplar ela.
Hospital Vidas a agonizar com tamanha angustia que chegava a me afligir. A minha própria alma um sentimento vazio de pura pena. Enquanto nos semblantes de outras almas eu podia em suas caras ver uma expressão fria de tão pura tristeza. Na espera de algum ente querido, condenado…
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Hospital Vidas a agonizar com tamanha angustia que chegava a me afligir. A minha própria alma um sentimento vazio de pura pena. Enquanto nos semblantes de outras almas eu podia em suas caras ver uma expressão fria de tão pura tristeza. Na espera de algum ente querido, condenado a vagar parado, enquanto esperava com tamanha agonia a sua vez. E meio ao um corredor cujo em minha mente as paredes se rachavam enquanto tudo escurecia. E as luzes aparentava-se serem lâmpadas velhas, amareladas. E aqueles corpos vivos as esperas, pareciam diante dos meus olhos como almas a sofrer no purgatório dos vivos. E sentia-me eu como um anjo em um corredor de hospital abandonado. Cujo o teto gotejava por cima das teias que teciam as aranhas que ali moravam. Eu tinha então a sensação de pisar em pedras cuja tais pareciam serem úmidas e frias. Que eu sentia através dos meus pés toda a frieza daquele lugar, tão triste quanto sombrio. Era um corredor terrivelmente tenebroso diante de mim. E os meus olhos testemunhara toda aquela melancolia e tristeza. Eu sentia por dentro que minha alma não mostrava o que o meu corpo mostrava. Que era uma total completa sensação de tristeza e pena profunda. E todos que passavam pelo corredor caminhavam a sim com um semblante triste, preocupados, chorando em meio a uma agoniante, agonia profunda. Tanto que me doía a alma, então eu também chorava, de corpo como de alma. E tudo isso eu notei antes mesmo de entrar naquele hospital, no qual como anjo, me fazia tão mal.