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Frase de Alexandre Felix Campos

Afeto é troca ...e me pediram um beijo. Eu disse não, é óbvio, jamais me permitiria uma indignidade dessas... então nos beijamos, deliciosamente... Beijo bom, não é dado nem roubado.. Beijo bom, mesmo, é trocado ! (A.F.C)

Alexandre Felix Campos

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Alexandre Felix Campos

Mais um ano, menos um ano... Não vou me despedir do ano que se encerra, tampouco cumprimentar um novo ano que começa, acho estúpido. Porém, agradecerei aos poucos e bons amigos, que corajosamente estiveram, por estes dias, ao meu lado. Amigos que estiveram, estão e quiçá, estar…
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Mais um ano, menos um ano... Não vou me despedir do ano que se encerra, tampouco cumprimentar um novo ano que começa, acho estúpido. Porém, agradecerei aos poucos e bons amigos, que corajosamente estiveram, por estes dias, ao meu lado. Amigos que estiveram, estão e quiçá, estarão mais uma e inúmeras vezes, comigo, compartilhando sorrisos, desejos, prazeres e dores, porquanto, os afetos se constroem e se perpetuam pela troca incessante e generosa de porções de nós mesmos. Por hoje, quero apenas dizer que mais uma vez valeu tentar, amar, sorrir, chorar, sentir, viver... Se um novo dia amanhecer, espero manter a coragem e a paixão pela vida, pelas pessoas e experiências que se eternizam num instante... E se um um novo dia amanhecer e meus olhos não se abrirem, que a minha existência permaneça, mesmo sem a minha presença, pois espero ter deixado marcas indeléveis em cada pessoa que toquei. Afeto é troca e guardo em mim tudo o que recebi. Obrigado! Se um novo dia amanhecer, se um outro ano começar e em festa estivermos, apenas mais um desejo: - Sejamos menos, bem menos, que caibamos num breve e singelo sorriso. E no mais... Um FELIZ...

Dia 02 de Novembro. Dia de amados. Hoje eu não vou a cemitérios. Hoje é o dia que escolhemos para homenagear nossos mortos.
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Dia 02 de Novembro. Dia de amados. Hoje eu não vou a cemitérios. Hoje é o dia que escolhemos para homenagear nossos mortos. Dia em que muitos se dirigem aos cemitérios, visitam túmulos, os enfeitam, relêem as inscrições nas lápides... Muitos reservam alguns momentos nesse único dia, para lembrar, aqueles que morreram e já foram esquecidos, acho isso um tanto hipócrita e totalmente desnecessário. Não que eu também não tenha meus próprios mortos, para lembrar ou revisitar, mas faço isso, no cotidiano, mantendo-os vivos em mim e buscando as referências, de suas vidas, em suas obras... Hoje eu não vou a nenhum cemitério. Aos esquecidos, seria desonesto, tal fingimento e aos que mantêm-se vivos em mim ou em suas obras, seria completamente desnecessário. Não vou a cemitérios. Tenho pra mim que, assim como, Mario Quintana, aqueles que um dia viveram, não estão lá.

Da auto-observação: Nunca gostei de quebra-cabeças, acho estúpido. Desde os tempos de criança, nunca me atraíra a fastiosa e insuficiente tarefa de juntar pedaços de uma imagem que já existia e fora vista e fotografada ou criada por outrem. A tarefa, de montar um quebra-cabeças,…
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Da auto-observação: Nunca gostei de quebra-cabeças, acho estúpido. Desde os tempos de criança, nunca me atraíra a fastiosa e insuficiente tarefa de juntar pedaços de uma imagem que já existia e fora vista e fotografada ou criada por outrem. A tarefa, de montar um quebra-cabeças, é de tal cretinice que oferece apenas uma lenta e torturante busca e encaixes de peças... Por óbvio, nunca fui bom em montar quebra-cabeças e isso vez ou outra me rendeu uma crítica ácida e até cruel... Eu também não sei pintar, mal consigo controlar, finamente, uma caneta para desenhar simples letras, por isso nem me atrevi a aderir a onda de pintar esse livrinhos de colorir, tão em evidência na atualidade. Preencher espaços delimitados, colorir a realidade criada por outrem ? Não, não é para mim, desprezo, recuso ! E ainda assim, quando escancaro que a solidão é dor terrível, que por vezes me toma de assalto, quando digo que a vida insuficiente não me basta e grito por paixão, romanticamente, me oferecem pedaços de pessoas destruídas, dilaceradas, para que eu os junte, a fim de realizar algum amor medíocre... O óbvio mais uma vez se põe, não me permito tamanha indignidade.