Frase de Jossana Rocha
Quando me calei, foi porque percebi o desperdício das minhas palavras, o ignorar dos meus desejos, um total desvio de olhar e a certeza de meias verdades.
No pensador.ai desde
Quando me calei, foi porque percebi o desperdício das minhas palavras, o ignorar dos meus desejos, um total desvio de olhar e a certeza de meias verdades.
No pensador.ai desde
O autoconhecimento não é uma busca, trata-se de uma forma de viver. É como se precisássemos de várias vidas para absorver tanta vivência na simplicidade de um quotidiano. Todavia, temos uma apenas, daí a intensidade e pressa em viver, aprender, evoluir, sentir. Tem a ver com a co…
O autoconhecimento não é uma busca, trata-se de uma forma de viver. É como se precisássemos de várias vidas para absorver tanta vivência na simplicidade de um quotidiano. Todavia, temos uma apenas, daí a intensidade e pressa em viver, aprender, evoluir, sentir. Tem a ver com a conexão, que se tem através das relações, com o outro, com o ambiente, com o modo de olhar a vida. É um dia a dia vivido intensamente, que não tem a ver só com fazer muitas coisas novas, e sim conectar-se com profundidade com uma simples brisa que se sinta, com o sorriso de alguém que você ama, fechar os olhos quando estamos a sós e agradecer pela vida. Tem a ver também, com não julgar ao outro e nem a si mesmo e ter paciência com as suas limitações, trate-as com carinho, pois, a superação delas será fundamental nesse processo. Infinitamente entender que a nossa mente é um solo fértil, e o tipo de semente que cairá nela definirá o nosso crescimento e a aquisição diária do tão sonhado autoconhecimento.
Penso que somos exatamente como o mar, em suas variações, em suas inconstâncias, no vai e vem das suas ondas, em sua impetuosidade e braveza ou até no controle cronológico de suas marés. O mar tem um céu com Deus tão perto e em sabemos que nunca o perdemos, mesmo quando não o mer…
Penso que somos exatamente como o mar, em suas variações, em suas inconstâncias, no vai e vem das suas ondas, em sua impetuosidade e braveza ou até no controle cronológico de suas marés. O mar tem um céu com Deus tão perto e em sabemos que nunca o perdemos, mesmo quando não o merecemos ter. Tem tantos segredos em suas profundezas, e muitos deles jamais serão conhecidos pelo homem. Apesar de sua profundidade e beleza, nem todos desejam mergulhar para conhecê-lo. O som de suas águas trazem calmaria, uma das melhores “músicas” que já ouvi, na perfeita conexão do mar com o nosso interior. Somos imensos e limitados feito o mar. Navegando com os nossos sonhos, tentando chegar a salvos a um cais, a um lugar seguro. Em resumo, somos o próprio mar, metaforicamente falando, não há diferença alguma, necessitamos de luz, em qualquer hora do dia. Alguns têm o próprio pôr-do-sol em si em forma de sorriso. Outros, são maresias, em forma de serenidade e dança.
Às vezes o amor é um vazio, quieto, guardado, velado. Nem todo amor tem que ser entregue ao destinatário, e não é culpa do outro não querer vivenciá-lo. No entanto, para ser eterno e revelado, é preciso que ambos o queiram, que o sintam, que o abracem. Alguns amores passarão por…
Às vezes o amor é um vazio, quieto, guardado, velado. Nem todo amor tem que ser entregue ao destinatário, e não é culpa do outro não querer vivenciá-lo. No entanto, para ser eterno e revelado, é preciso que ambos o queiram, que o sintam, que o abracem. Alguns amores passarão por sua vida, e não poderás fazer nada, só intensamente desejá-lo, suas mãos atadas e no peito, saudade. É amor inesperado, incontrolável, chega e toma os nossos sentidos. Não há nada a ser feito, só unilateralmente senti-lo… O estranho desse sentimento, que não é alimentado, é o fato de não nos provocar dor, só causar um vazio, uma falta… Tu só precisas ficar quieto, inerte, sem cobranças e nem expectativas, por dias, meses, anos, talvez. Até que por desencanto, passe.
Tão importante quanto o amor-próprio, é o respeitar-se a si mesmo. No fundo, sabemos, que sempre existe uma voz interior que nos diz exatamente o que ela quer que façamos naquele dia. Em uns ela nos instiga a sair, viver, interagir. Em outros momentos tudo que precisamos é de um…
Tão importante quanto o amor-próprio, é o respeitar-se a si mesmo. No fundo, sabemos, que sempre existe uma voz interior que nos diz exatamente o que ela quer que façamos naquele dia. Em uns ela nos instiga a sair, viver, interagir. Em outros momentos tudo que precisamos é de um pouco de solitude. Ouvir essa voz é fundamental para um dia de paz. Tem dias que simplesmente não sabemos o porquê de estarmos aqui, tendo a estranha sensação que não pertencemos a nada, mesmo em meio a outros, nos sentimos sós. Em outros acordamos distribuindo abraços, porque o simples fato de estarmos aqui, é o suficiente para sermos gratos. Na verdade, nunca estamos sozinhos, essa “bipolaridade” é própria do ser humano. Quando finalmente entendemos isso não nos cobramos tanto! Aprender e entender tudo isso é uma parte difícil do processo. Compreender que devemos nos cuidar e autoconhecer para estarmos bem em qualquer um desses dias.