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Frase de Julio Leoncini

A procura Para você que procura uma paixão. não procure! Abra sua alma e deixe a paixão entrar e você, arder sua pele e acelerar seu coração Curta o momento ao máximo, e se da paixão florescer o amor, mas novamente sem a procura que floresça naturalmente. Desfrute o máximo que puder e se tudo acabar. Assopre a vela e agradeça por te passado pelas sensações mais belas da vida. Agora desfrute do seu ser sem arrependimento e então relaxa que a roda viva ira girar

Julio Leoncini

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Pensador.com

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Soneto do Desencontro Como o olhar suporta Ser grande ver o inalcançánvel Depois ser tímido, não enxergar Somente olhar sem devorar Como o abraço suporta Ser longo, sentir o extremo Depois ser curto, não encostar Somente abraçar sem sufocar Como pode o amor suportar O desfazer de um encontro Que do amor se fez Como pode o amante suportar Um sussurro que hoje é Pouco e amanha talvez

Soneto Comodista Vem meu amor, vamos sair da caixinha, Dessa metódica musica que origina fraqueza
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Soneto Comodista Vem meu amor, vamos sair da caixinha, Dessa metódica musica que origina fraqueza De uma nota só, de melodia sem linha; Do que ouço ao corpo sem destreza. Afeta-me os fortes ventos vindo do sul, Que sem norte fez imortal o improviso. Tamanho canto em desmedido azul; Que a existência só clareia meus ouvidos. Vem, meu amor, vamos improvisar, A musica de uma nota só cansa, A dança sem o movimento não é ar; Amor vizinho sempre terá fome de ritmo Sustente a cadencia, dança e improviso, E assim a musica do amor não irá ao abismo..

Soneto de Despedida Da primeira vez ocorreu impetuoso oprimiu a calma feito um louco
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Soneto de Despedida Da primeira vez ocorreu impetuoso oprimiu a calma feito um louco violentando meu ser pouco a pouco fez dos meus olhos secos aquoso. Da segunda vez ocorreu a esmo resumiu o caminho eterno a colisão assassinou friamente a paixão fez dos meus olhos amantes ermo. Enquanto teus olhos brilhavam aos meus o choro, a sofreguidão, o impeto que ocorreu era claro meus olhos ainda eram teus Quando meus olhos se perderam aos teus a morte, a colisão, o ermo que ocorreu era claro teus olhos não eram mais os meus

Recitou aos ouvidos que logo morrerei Amorteceu minha boca de doce balada... Zero foram alguns dos beijos que dei
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Recitou aos ouvidos que logo morrerei Amorteceu minha boca de doce balada... Zero foram alguns dos beijos que dei Com o sabor da fruta envenenada. Envenenar com solidão um amante É como empurrar um coração suicida, Fixar sua morte em céu não estrelante Ou ocultar do céu o luar da vida. Hoje o amor me tornou um cadáver Morto de amor, mas ao seu lado Já que mataram seu maior aliado Nas profundezas do seu ser infernal Amante e amor ainda vivem por aí. Sendo assim, morto operante é imortal.