Frase de Willian Batista
Há um ar de tristeza quando chove Frio, saudade e muta solidão É uma melancolia que nos absorve Nessa úmida desolação
No pensador.ai desde
Há um ar de tristeza quando chove Frio, saudade e muta solidão É uma melancolia que nos absorve Nessa úmida desolação
No pensador.ai desde
INCÚRIA Um dia a conta chega E a ficha cai
INCÚRIA Um dia a conta chega E a ficha cai O chão desaparece... O equilíbrio se esvai Há sempre um preço a se pagar Há sempre um erro a se acertar Tanta incúria Recebe a fúria No vindouro, amargura Agouro de agora é alguria A mágoa no peito perfura Contorce a procura da cura Cara é cada dose... cada dor Cada angustia também E cada passo rumo ao seu futuro. É uma vida que se refaz e desfaz seu monturo Duro é o caminho em que se volta Ao pisar nas pedras de sua ruína Quando a liça é puramente genuína A colheita no interior é a paz
Estamos nos reinventado Erguendo dos escombros Não deixe o assombro
Estamos nos reinventado Erguendo dos escombros Não deixe o assombro Pesar-lhe nos ombros À sombra do tempo Plantamos a esperança
AS LENTES DO OLHAR. (Soneto) Duas vezes que aprende-se a olhar:
AS LENTES DO OLHAR. (Soneto) Duas vezes que aprende-se a olhar: A primeira é quando se fala e o mundo Vai criando forma bem devagar E Deus diz "haja luz" e vemos tudo. Na segunda vez é que se define: Vê-se o contraste entre o real e o mito. Esperamos que o caos se desatine... Não ficamos só a espreitar o Espírito Que sobre a face do mistério adeja - A abismada face da inocência - Num assalto mergulhamos mais fundo. Aprimorando as lentes do olhar, veja O Espírito que agora adorna o mundo Amalgama o novo na consciência