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Frase de Edir Pina de Barros

BRADO NATALINO Não vou ganhar presente de Natal, não tenho sapatinhos, nem janela, pois durmo nas calçadas da capela, sou fruto deste mundo desigual. Eu trago em mim as marcas da mazela que herdei da escravidão colonial, desse abandono imenso e estrutural que agora se renova na favela. A minha vida é chama d’uma vela, que frágil pulsa em meio a um vendaval, ninguém escuta meu grito ancestral, que é eco dos mil brados de Mandela! Escravos no passado e sem devir não têm Natal! Não têm porque sorrir!

Edir Pina de Barros

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Cenas pantaneiras... Não há nada mais bonito que o pantanal alagado,
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Cenas pantaneiras... Não há nada mais bonito que o pantanal alagado, e na linha do infinito, ver o céu amplo e azulado! Os jacarés bocejantes, mormacentos, preguiçosos, as araras revoantes, tuiuiús esplendorosos! Nos corixos, nas baías, o pantaneiro pescando, nas canoas flutuantes... As garças tão alvadias os periquitos cantando nas palmeiras mais distantes...