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Frase de Allam Torvic

AS FASES DA ÁRVORE. - Na árvore vejo apenas palavras, cultivo e raízes Quem saiu a semear? Quem pôs nelas palavras? A semente fortaleceu seus pés com seu silêncio se expandiu Orgânica, ela dança, o vento, ensaiou e lhe chama um convite para dançar O tempo é uma cena extensa e poucos ouvem o seu ser 🍁 Em suas folhas carregam estrelas Nela, há infância, olhares, histórias e ciclos Quem semeará a boa semente? Quem ouvirá o que ela tem a dizer? Espalhou suas folhas, lançou seus frutos ao caminho! 🍁 Contemple as Palavras, a chuva na estrada! Todas imagens também são linguagens da arte feita ao chão é prova que o instante, insiste, em querer ser efêmero no universo da semente, toda árvore é construção Singularidades e possibilidades semeadas em toda plantação ajusta-se, em ver lentamente age com coração tranquilo em paz a árvore não tem velhice, ela dança em passos passados sábio é aquele que as ouve e faz 🍁 Tantos elementos da natureza A árvore em comunicável véu molda-lhe, inteira, à prosa, à rosa e a árvore são roupas do céu

Allam Torvic

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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⁠📌 "Existem três verdades:a que aprendemos com os livros na academia,a que aprendemos com as experiências da vidae a verdade espiritual. Não há uma transição direta entre elas, antes, porém, é preciso passar pela ponte da reflexão; deixar o Espirito conduzir e fazer conexões".
⁠P e r e g r i n o No campo eu aprendi a cuidar do arado, eu me lembro que levava as ovelhas e os cachorros até um monte alto, de onde via a cidade; lá em cima havia um pé de coqueiro, onde repousava. E para mim, era uma aventura, uma espécie de pastoreio.Minha vó, muito genero…
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⁠P e r e g r i n o No campo eu aprendi a cuidar do arado, eu me lembro que levava as ovelhas e os cachorros até um monte alto, de onde via a cidade; lá em cima havia um pé de coqueiro, onde repousava. E para mim, era uma aventura, uma espécie de pastoreio.Minha vó, muito generosa, fez uma "capanga", de couro para mim e nela eu levava, comida e água. Eu ficava muito tempo com os bichos, com o silêncio e observando de longe a cidade; mais tarde havia sempre um vento que soprava o coqueiro, mas embora eu fosse ainda menino, não tinha medo do vento, pelo contrário, eu repousava e ouvia o vento passar. (...)