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Frase de Liduina Nascimento

FORTALEZA - 300 ANOS - Homenagem Fortaleza completa agora, trezentos anos, e como é bom ser uma parte de sua história, as paredes do nosso tempo, atravessamos… o seu teto infinito e estrelado, assistiu o meu primeiro choro quando nasci, testemunhou dos meus primeiros passos às quedas que algumas vezes vida à fora, sofri… Depois, toda minha trajetória nesta cidade que com amor, cada filho meu recebeu, eles cresceram e bateram as suas asas, no meu canto permaneci, aplaudindo suas vitórias! E sempre percebendo o quanto Fortaleza, também cresceu. Conheci tantos lugares! Tantas outras cidades do meu Brasil, tantos voos e paisagens que não me pertenciam, alguns dos sonhos que alimentei bem ousados, carregados de loucas fantasias, irreais, sonhos desenraizados! Nada seria em definitivo, foram pousos e estadias com um tempo mentalmente determinado… os nossos destinos, hoje sei; Totalmente predestinados. Em alguns dos voos, na maioria fui feliz, outros voos com algum propósito, ou muitas desilusões, por este mundo à dentro, tropecei nos íngremes caminhos em busca de uma fúlgida felicidade, porque algumas certezas, só alcançamos (alcancei) com o passar dos anos, mas sempre, sempre, por onde fui, o meu amor pela minha terra, os meus pensamentos, sempre do tamanho da minha saudade na mesma dimensão de Fortaleza, a minha querida cidade! Fortaleza de mar imenso, esplêndido! Feito a poesia viva com suas ondas jogadas pelas areias quantas vezes testemunhando as minhas loucuras, e também realizações e inesquecíveis alegrias… Fortaleza banhada de sol à iluminar o brilho nos olhares dos sonhadores, dos poetas, dos seus ilustres filhos, e dos bravos pescadores. Fortaleza, à acalorar a vontade de vencer, de viver, e dentro de mim, nunca morreu essa profunda conexão, das coisas que construí e de alguns sonhos que eu mesma por inexperiência destruí, e assim fui construindo as minhas memórias, traçando os meus caminhos, no seu chão… e por onde eu andei, foi sempre para ti que quis voltar, e aqui quero enquanto viva ficar… e aqui morrer. Guardo de ti minha Fortaleza esplêndida, as melhores coisas que já vivi, as tuas ruas, os teus recantos, conheço e caminharia de olhos fechados, o que foi antigo e o que foi modernizado. Aqui todo meu sentimento de gratidão e amor, quando te vejo em fotografias e te penso de longe, é sempre para você minha cidade amada, que eu quero voltar, aqui onde a lua cheia tem mais brilho, onde o mar é mais azul, e a linha do horizonte aponta lugares, eu até quero conhecer, porém sei que aqui é o meu melhor lugar, prometo à minha alma, Fortaleza, que nunca nunca irei te deixar.

Liduina Nascimento

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Os ponteiros do relógio entre os minutos e os segundos são inúteis quando marcam um tempo imaginário... Enquanto nós obedecemos, nos iludimos até; não estamos indo, mas voltando.
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Deixar-se invadir Quando buscar... o ponto certo. Onde encontrar toda sabedoria. O caminho de flores e calmaria. Absorver o ar puro, sentir força! Deixar-se invadir de compaixão, dos bons anseios, e de alegria... Tranquilidade É deixar-se invadir... Sã e louco! Estando presente em si mesmo, não fugir, aceitar a sua intuição. Para ser feliz, custa muito pouco.

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Ciúmes O que nunca pertenceu, mas que foi um sentimento de emoção profunda, quando transportei o brilho da lua cheia para iluminar os voos que minha alma alçou! Aquele... que ultrapassou os limites distantes, para equacionar a geografia das emoções que um dia os meus lindos sonhos de amor impossível, nele encontrou. Imaginei um momento que jamais aconteceria, dos tantos planos que fiz, dos abraços seus que com intensidade desejei, não havia chance nenhuma, uma vida a dois, nem por um instante sei, nunca eu teria. O amor é feito de vontades, sem realizações e nisso tudo apesar das negações na própria e solitária emoção buscar a alegria... Mesmo morrendo e vivendo desse amor, mais triste e só é a sua triste poesia. No mundo das suas ilusões, uma frase de amor sequer, uma esperança desiludida... amar sozinha é caminhar para um precipício, e por lá morrer de tristeza, esquecida.