Frase de TIO NOBRE
Como seríamos inocentes em um mundo tão tóxico e doentio?
No pensador.ai desde
Como seríamos inocentes em um mundo tão tóxico e doentio?
No pensador.ai desde
Errei, me iludi por um amor Que nem eu senti, Fui rápido na queda, pois
Errei, me iludi por um amor Que nem eu senti, Fui rápido na queda, pois Nenhum fio me sustenta, Sou mole de coração, Para você, eu perco a razão. Sou embrulhado em laços, um palhaço me transformei Acreditei em algo, que nem mesmo me entretem. Submeto-me a entrar no teu amor, Lugar apertado que me sequestrou a tal que não me desesperou, mas No final me pisoteou. Em resumo sou hipócrita, chorando De novo por algo que nem mesmo Me importa. Vou me destruir, Só pra contigo no final, Poder me reconstruir.
Seguimos desmatando, ignorando a Amazônia, Qual é o ponto que almejamos nessa insensatez tamanha? Sob um calor extremo, sofremos, os ricos, sem a menor preocupação.
Seguimos desmatando, ignorando a Amazônia, Qual é o ponto que almejamos nessa insensatez tamanha? Sob um calor extremo, sofremos, os ricos, sem a menor preocupação. Frutos do eurocentrismo, visão distorcida, Descartamos a teoria de nossa origem na terra, Mas sem ela, como manteremos a chama da vida? Evoluímos, mas à natureza tratamos com desdém, corroendo a alma, Por que destruir o único fio que nos conecta? Fio que atravessa gerações, e ainda assim, jogamos a sujeira no chão. Encerro este poema com um pedido de desculpas, pois no fim, Também sou filho desse fruto que destrói.
Ao entrar no meu quarto escuro, pensamentos afloram. Ao mergulhar neles, a realidade desvanece.
Ao entrar no meu quarto escuro, pensamentos afloram. Ao mergulhar neles, a realidade desvanece. Em busca do concreto, dúvidas me envolvem, E ao confrontá-las, me vejo novamente, solitário em meu quarto vazio.
Na solidão do meu ser, me sinto afundado, Como se estivesse em um poço, profundo e sombrio.
Na solidão do meu ser, me sinto afundado, Como se estivesse em um poço, profundo e sombrio. No abismo insondável, sou subjugado, Sinto-me solitário, no vazio desamparado. O abismo interior, um "eu" solitário, Procura amizades, laços necessários. Mas as cordas que encontro são tênues, frágeis, Mal me sustentam, Sobre esse meu abismo hostil.