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Outras frases de Paulo Scott

⁠dormir — brasa atada a brasa despejado em caminhão de mudança (semente que todo presente sem fogo é)
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⁠dormir — brasa atada a brasa despejado em caminhão de mudança (semente que todo presente sem fogo é) dormir — as medidas da casa que habitamos sem plástico-bolha sem feltros sem gota de esperança enquanto meus ouvidos balançam as lâminas e meus joelhos pesam o que descabe em seu contento (e pelo resto desse orelhão aplicado a seco) me deixando casca de não saber se vida é caminhão parado se é caminhão movimento

⁠no rosto imerso no espelho a confirmação de que o meu superpoder é colocar carroças na frente dos bois
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⁠no rosto imerso no espelho a confirmação de que o meu superpoder é colocar carroças na frente dos bois tablado batendo o susto no compro ouro corriqueiro onde o ferro volta à carne e no reflexo do caixa o olhar de máquina jornada duma luz que não aceitei – metragem cansaço inesperado (razão preenchimento do odiar) e uma voz na cópia me dizendo nunca foste tu o salvador desfazendo o refrão dos que lutam e são imprescindíveis as lágrimas da passeata e invadido pela esperança que alastrei sem encontrar a guerra santa que havia dentro do poema e da canção removo as verdades estampadas nas camisetas alinhavo o que se rasgou no heroísmo admito que o tempo é maior (e dá repuxo) que são intermináveis os sonhos apesar da evasão que nasce deles já atingido pela chance do amor (jarro terrível) falho escudo imprescindível

⁠ Bloco de rima altruísmo desastroso erva luz par do meu florescer interminável
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⁠ Bloco de rima altruísmo desastroso erva luz par do meu florescer interminável enxerto na bolsa do teu alicerce segura pelo meu desastre neste jogo de semente em algodão demora na construção da pá empresa escalando rendições em teu poço em teu mito do desinteresse auxiliado pela repetição (elo-azar) essa mancha patinada — geração quilha substituindo o céu nó da surdez e os crimes da natureza enquanto escapa de mim em fundura rumo ao que se emenda com desistência com o uso excessivo de lembranças adesivo da chegada ao outro esse arpão que BUM e descasca o excitamento de centro do mundo e menos a enraizar sumindo dentro dos crimes da natureza esse tiro guardado dentro da flor mudez que empresta aos teus olhos o voar