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Frase de Gilceleno Júnior

Quando falamos de amor, eu falo de você... Do que estamos falando quando falamos de amor? Eu falo de ti, Bárbara, e o mundo inteiro se curva em silêncio para escutar meu sussurro. Amor, não como palavra, mas como língua que aprendi com os teus olhos na tarde em que disseste sim sem precisar dizer nada. Teu nome acende em mim um poema que nunca acaba. Tu és Sagitário — brasa indomável, flecha em riso, promessa do amanhã num passo firme. E eu, Escorpião — abismo terno, silêncio fundo onde tua luz mergulha e não se apaga. Somos antítese que dança, sintonia que desafia astrologias, dueto que não coube nas estrelas porque o amor que nos envolve foi escrito com fogo e verdade num plano que nem o destino previa. Teu amor, Bárbara, é o que me salva do excesso de mim. É a casa que nunca tive, o livro que ainda escrevo nas entrelinhas do que sinto por ti. É o Eat que alimento com teus gestos, com tua ausência que grita e tua presença que consola. Quando falo de amor, falo do teu cheiro, do teu jeito de existir sem pedir licença, do teu riso que desarma meu medo, do teu toque que me reconstrói sem mapas, sem pressa. Falo do que somos quando nos deitamos lado a lado em pensamento, mesmo que a quilômetros, há sempre um gesto teu me tocando a alma como se já soubesse o caminho. Amor, Bárbara, é o que nomeio quando calo. É o que escrevo quando fujo. É o que tu és: a resposta que não cabe em pergunta nenhuma. E se um dia alguém perguntar do que falávamos quando falávamos de amor, direi teu nome com todas as letras que me habitam. E o mundo entenderá.

Gilceleno Júnior

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Pensador.com

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⁠Amor & Música O amor é um turbilhão de emoções, uma sinfonia de sentimentos que transcende as fronteiras da linguagem. Sua essência é tão poderosa, tão avassaladora, que não pode ser contida apenas nas palavras. Foi assim que a música surgiu, como uma extensão natural do amor,…
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⁠Amor & Música O amor é um turbilhão de emoções, uma sinfonia de sentimentos que transcende as fronteiras da linguagem. Sua essência é tão poderosa, tão avassaladora, que não pode ser contida apenas nas palavras. Foi assim que a música surgiu, como uma extensão natural do amor, uma linguagem universal capaz de expressar o indizível. Quando os corações transbordam de paixão, quando as emoções estão tão intensas que as palavras parecem insuficientes, é na melodia que encontramos refúgio. A música se torna o veículo perfeito para traduzir o amor em acordes, em notas que ecoam nos recônditos da alma. Ela preenche os espaços vazios, presta voz às palavras não ditas e nos leva a lugares onde as frases se perdem. Nos versos de uma canção, os poetas e compositores conseguem capturar a essência do amor, explorando suas nuances, suas profundezas e suas alegrias. A melodia envolve os sentidos, transformando os momentos em memórias sonoras, marcadas para sempre em nossos corações. Além das palavras e da melodia, a dança também se une nessa sinfonia do amor. Quando o ritmo toma conta do corpo e as emoções transbordam, encontramos uma forma única de expressão. Os movimentos ganham vida, a energia flui e a conexão se estabelece. A dança nos permite comunicar o que está além das palavras, revelando a intensidade dos sentimentos em cada passo, em cada gesto gracioso. Assim, o amor e a música entrelaçam-se em um abraço perfeito, complementando-se e elevando-se mutuamente. Um não existiria plenamente sem o outro, pois é na melodia que o amor encontra sua voz mais verdadeira, e é na dança que ele ganha o movimento e a expressão que transcendem os limites do pensamento. Que possamos, então, nos entregar a essa sinfonia do amor, permitindo que a música nos guie, nos inspire e nos conecte. Que possamos dançar ao ritmo dos nossos corações apaixonados, e que a harmonia desse encontro nos envolva em sua magia indescritível.

⁠Para seguir adiante, o ser humano deve, Como foguete que lança sua chama, Deixar para trás o peso que o retém,
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⁠Para seguir adiante, o ser humano deve, Como foguete que lança sua chama, Deixar para trás o peso que o retém, Soltar suas âncoras, desfazer-se do drama. Na caminhada da vida, empurra o chão com os pés, Deixa marcas que desaparecem, lembranças que se vão, Para avançar, precisa abandonar, às vezes, O passado que pesa, as sombras de uma estação. Assim como Newton disse em sua lei, Para cada ação há uma reação, O ser humano também deve entender, Que deixar ir é parte da transformação. E ao libertar-se do que prende e impede, Com leveza e graça, encontra o seu voo, Pois, para seguir em frente e crescer, É preciso deixar algo para trás, sem medo.

Universo em Sardas Ela é doce, um fragmento de estrelas,
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Universo em Sardas Ela é doce, um fragmento de estrelas, um universo tão gentil, uma força que dança entre o caos e a suavidade da pele. Sagitariana, com olhos que guardam o sol e a promessa de manhãs claras. Sardas espalhadas como constelações, um mapa que me conduz ao infinito que é ela. Quando a vi pela primeira vez, tranças moldavam seu rosto, como raízes de histórias que ainda quero desvendar. E ali, sem saber, me perdi em sua órbita. Ela me deixa sem jeito, faz do meu silêncio uma poesia desajeitada, borboletas no estômago, o clichê que nunca pensei sentir. Quero vê-la como é, nua de máscaras, livre de barreiras, um livro aberto que anseio ler com o cuidado que merece. Porque nela há beleza no caos, uma dança entre força e fragilidade, um mundo que se revela apenas quando está só, e mesmo assim, me deixa inteiro. E ao vê-la, como não sonhá-la? Como não escrever versos que tentam capturar o que palavras não alcançam? Ela é um universo em sardas, e eu, um pequeno planeta, grato por girar em sua órbita.

⁠Dispa-me Dispa-me das amarras que sufocam a pele, dos medos que pesam no peito,
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⁠Dispa-me Dispa-me das amarras que sufocam a pele, dos medos que pesam no peito, das promessas que o tempo desfez. Desfaça os nós das palavras contidas, solte as verdades presas na língua, deixe-me ser voz, ser carne, ser eu. Desnude-me dos rótulos gastos, dos olhares que moldam e limitam, das certezas que nunca foram minhas. Que sobre apenas o que sou, sem véus, sem correntes, inteira.