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Frase de Denylson Carlos

Suor Pingos sórdidos passeiam e se deleitam em corrimão São quenturas mínimas, brotadas no seio do coração Vem de baixo, vem de cima, em uma única mão São linhas desalinhadas de umidade escorridas em combinação... Fervidos, salgados, em total desobstrução Saídas de orifícios com encontros sem razão Que mergulha e embebeda as curvas do divã No corpo fervido em sinuosa e mortal pulsação! São orvalhos que levam o corpo e alma em consagração Atreladas a passeios em corridas mãos Nas doces danças do luar em constelação... Assim são eles, que iluminam as candeias da paixão Que brincam em conforme intuição Os prazeres comuns de um organismo em conspiração!

Denylson Carlos

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Pensador.com

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Meu Carnaval Numa infinitude carnavalesca Me perco em intermináveis inquietudes Abarco em noites os poemas vivos As carreiras longas dos artigos sãs É diverso, é louco, é tudo, São noites grandes, dos meus carnavais particulares Nas linhas do meu bel prazer eu trago As utopias e enlaces reais para meu afago...

Lembranças torpes Mas uma vez a noite cai... E as obras dos meus pensamentos
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Lembranças torpes Mas uma vez a noite cai... E as obras dos meus pensamentos Vagam sobre a biblioteca do meu ser... Aquelas lembranças íntimas De uma tarde ensolarada de verão Pingos de suor nos consumiam E do desejo queimava na paixão! Éramos dois jovens homens Doces, tenros, turvos, loucos Macios, sóbrios, lúgubres, roxos Da boca ardida a morder o outro! Paixão doente, maluca e torpe Era aquela onda quente Que passeava-me todo... Cavalgava em mar Em terra Em queda Por cima das pernas Nas celas do potro! Ah verão louco! De dois jovens nervosos... Em cima, em baixo No eixo, no todo. Nas rédeas, no laço E no rastro do outro!