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Frase de Ronaldo M. Rangel

A questão é que não se corre atrás de borboletas e sim pacientemente deixe que os monstros de seu jardim façam o que tem de ser feito por eles, a metamorfose é preciso para eles, pois se não chegarem a esse ponto jamais terão borboletas sobrevoando seu jardim, a lagarta só é monstro comparada a você mesma depois de destruir o jardim e encasular-se para florir. A metamorfose da lagarta é a raiz da vida de uma borboleta. Sua conversão se torna visível pela aparência e pela atitude se torna mais bela, mas sabendo em si que se não fosse um monstro jamais seria ela.

Ronaldo M. Rangel

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Durante a caminhada não percebemos quase nada, em tempos e frios em nós o céu é despercebido sobre nossas cabeças, tudo que vemos são apenas aquilo que queremos, diante do escuro somos o nada quando não atamos nossas realidades com nossas pegadas. As vezes o céu se abre sobre nós…
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Durante a caminhada não percebemos quase nada, em tempos e frios em nós o céu é despercebido sobre nossas cabeças, tudo que vemos são apenas aquilo que queremos, diante do escuro somos o nada quando não atamos nossas realidades com nossas pegadas. As vezes o céu se abre sobre nós, nossa alma grita no interior da nossa escuridão, rasgando páginas de nós mesmos na esperança de nos emendarmos diante da luz que clareia nosso ser, que nossos distraídos olhos não vê...

O homem é um sonho bom, sonhado por uma mente não revelada, no leito a cama, uma estrada. A cada lugar uma vida jogada à deriva no mar do tempo, sem rumo certo como o vento. Cada vida num lugar, remada do remo, o som das velas ao vento, navegando estradas distantes como navios es…
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O homem é um sonho bom, sonhado por uma mente não revelada, no leito a cama, uma estrada. A cada lugar uma vida jogada à deriva no mar do tempo, sem rumo certo como o vento. Cada vida num lugar, remada do remo, o som das velas ao vento, navegando estradas distantes como navios esquecidos sem via, o instante eterno momento. O frio corta a alma do marujo na solidão a bordo de si, navegante ele segue avante, ofuscado pela névoa e neblina que lhe molham o triste semblante, tenso e confiante, não ri.