Pular para o conteúdo

Frase de Maria Vita Pereira

Olhar da Alma Rasgam-se as estrelas no meio das nuvens , a lua faceira no céu a bailar, o sol oculto, repousa um sono profundo,sem fronteiras,sem cela,sem desatino! Compositores cantam essa canção, o poeta faz rimas de amor, pintores ilustram na tela, o beijo do cavalheiro e a donzela. Há momentos que a razão perde toda noção, nos levando por estradas, que parecem nunca ter sido pisadas. O amor me encanta!Sem dizer nada, ou até dizendo tudo. Quero gastar as linhas traçadas na alma, e semear ao mundo que existe um pedaço do céu dentro de cada ser.

Maria Vita Pereira

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Maria Vita Pereira

Cantiga do pássaro Que música ouvirei cantar
Continuar lendo

Cantiga do pássaro Que música ouvirei cantar aos meus ouvidos? Quem sabe! Este canto escondido agora No amanhecer ensolarado Somente entre mim e você Ofereço- te alento De asas encarceradas Porém, perenemente feliz Quando a noite Seguindo seu destino Pela madrugada, Estarei atenta ao som Supondo que, talvez, Em outras manhãs Não cante mais.

Canto da liberdade Não sou fada, não sou anjo Meu sonho é meu mundo
Continuar lendo

Canto da liberdade Não sou fada, não sou anjo Meu sonho é meu mundo Assim, me sinto valente Ouço longe uma voz a me chamar Não olho apenas para frente Mas em todas as direções Sendo assim, posso seguir Encontrarei barreiras, Quando não puder saltar sobre elas Sigo pegando por atalhos e trilhas E no coração uma certeza O horizonte só está diante dos olhos Não sou fada, não sou anjo Sou apenas eu mesma, Ouvindo a esperança......

Na dor da incerteza, entre olhar diretamente seus olhos Ou.... simplesmente observa-lo naufragando em outro Eu resolvi calar, deixar meus pensamentos
Continuar lendo

Na dor da incerteza, entre olhar diretamente seus olhos Ou.... simplesmente observa-lo naufragando em outro Eu resolvi calar, deixar meus pensamentos se perderem com a poesia Lançar-me na vastidão dos versos pela chama e doçura interior da alma.