Pular para o conteúdo

Frase de Clovis Ribeiro

A HISTÓRIA DO BUTANTÃ Eu agora vou contar A história do Butantã Eu agora vou cantar A história do Butantã Houve um tempo que se chamava: Ybytata Logo após viera lhe chamar: Ubytata Depois virou Ubutata E finalmente Butantã. Cada taipa desse chão Guarda firme na memória O dia da fundação E o início de sua história Ybytata Ubytata Ubutata E finalmente: Butantã. Clovis Ribeiro

Clovis Ribeiro

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Clovis Ribeiro

Riacho Velho (Márcia Sofia & Clovis Ribeiro) Riacho velho, beira de estrada
Continuar lendo

Riacho Velho (Márcia Sofia & Clovis Ribeiro) Riacho velho, beira de estrada Se vai o dia e nasce a lua prateada Os pés cansados, vão caminhando E na memória sopra o vento das lembranças. Riacho belo, tão solitário / No seu murmúrio, só tem saudades. (2x) Riacho doce, que corta os campos És bebedouro de beija-flores As suas águas, tão cristalinas Sacia a sede que gera a vida. Das suas pedras, tão calejadas / Nascem canções, fugas pra flauta. (2x) Riacho velho, vem das montanhas Nasceu humilde, numa gruta pequenina Ganhando corpo, abriu caminhos E em silêncio foi pro mar que é o seu destino. Nas suas águas, sou navegante / Um sonhador, sigo cantando. (2X)

Caravelas (Marcia Sofia & Clovis Ribeiro) Seu cabelo ao vento vai de encontro ao mar
Continuar lendo

Caravelas (Marcia Sofia & Clovis Ribeiro) Seu cabelo ao vento vai de encontro ao mar Sonhos e mistérios vão se revelar Caravelas que vão, caravelas que vem Destinos que o tempo irá de apagar A travessia é longa e há monstros no mar Não tens outra saída a não ser navegar Caras velhas que vão, caras novas que vem A vida como o vento é incerta neste mar Agarrado ao mastro vê o sol se apagar E o mar escuro põe o céu a brilhar (Refrão Ê Alah Ê Alah) Canta uma canção para encorajar (Ê Alah... a a a) Que esta noite és um filho do mar Portas tão distantes esperam para ancorar O seu olhar é triste, mas não podes voltar Pisa neste mar, navega neste chão Fronteiras que o tempo há de apagar Terra e mar.