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Frase de Cidinha Almeida

⁠Vou me saciar desses lábios temperados de puro pecado. Lábios molhados, língua de puro mel, doce veneno que embriaga e me leva ao céu.

Cidinha Almeida

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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E no silêncio que preencho minha alma de bons conselhos e sentimentos concretos.
Eu não sou a poesia, eu vivo a poesia, ela brota de algum lugar e preenche o meu vazio. Eu choro, eu sorrio, me armo e desarmo, eu dito e desdito o que por mim foi escrito. Me calo, eu grito, me sinto e me desminto, me entrego, me afasto, me faço e me desfaço.
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Eu não sou a poesia, eu vivo a poesia, ela brota de algum lugar e preenche o meu vazio. Eu choro, eu sorrio, me armo e desarmo, eu dito e desdito o que por mim foi escrito. Me calo, eu grito, me sinto e me desminto, me entrego, me afasto, me faço e me desfaço. Assim vivemos eu e a poesia, nos amando, nos odiando, nos querendo e nos repudiando.