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Frase de Vilmar Becker

Em boa companhia Boas companhias são difíceis de encontrar nesse mundo atual, por isso minha imaginação voa em momentos deste mundo onde haviam pensadores que se preocupavam em falar do amor, que viagem boa, que companhias maravilhosas, desde a antiguidade até o ponto zero de nosso calendário, onde o amor maior se fez presente e deu tudo de si por uma humanidade que não é capaz de nada por ninguém, depois do ponto zero quantos surgiram tentando mostrar o que valia a pena, pena que muitos acham que é só a si mesmo que vale a pena, aprendi nessa passagem por aqui que o mundo gira em torno de um eixo, não em torno de muitos que acham o centro das atenções, quem sou eu para achar ou julgar, se sou uma virgula, e faço companhia para muitas espalhadas por este mundo, mais de 7 bilhões de vírgulas antes da reticencias maior, por que muita coisa está por vir, não sei se boa ou ruim, só sei que quero estar em boas companhias sempre, porque as más sempre me encontrarão, nesse mundo onde nascemos chorando, vivemos implorando e morremos em silêncio, cada fase uma fase de companhias diferentes mas todas iguais em si, buscando um motivo, para uns um plano desconhecido, para outros uma razão de existir, mas para a maioria um sentido, um sentido de estar, de ser, de existir e resistir, enquanto não sei nada sobre minha existência vou aproveitando as boas companhias, suportando as ruins e vivendo um dia após o outro, olhar pra trás, só pra lembrar do que valeu, e lembrar pra onde não devo voltar.

Vilmar Becker

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Pensador.com

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Devo enfrentar a vida, com a certeza de que posso assimilar a dor e transformá-la em algo mais... Eu não posso fazer que não doa, mas posso transformar essa dor em amor... Amor ao que era, amor ao que julgava ser, amor ao legado que se deixa... e no fim, tanta dor acaba sendo tan…
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Devo enfrentar a vida, com a certeza de que posso assimilar a dor e transformá-la em algo mais... Eu não posso fazer que não doa, mas posso transformar essa dor em amor... Amor ao que era, amor ao que julgava ser, amor ao legado que se deixa... e no fim, tanta dor acaba sendo tanto amor... quase tanto amor, como o que nunca recebi...

Hoje não tenho medo da solidão, pois me acostumei com ela. Eu diria mesmo que me apeguei a ela. Na companhia da solidão posso ser eu sem nenhuma restrição, posso chorar, escrever e cantar. Ela me ensinou que não preciso de muitos para ser feliz, me ensinou que não preciso esperar…
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Hoje não tenho medo da solidão, pois me acostumei com ela. Eu diria mesmo que me apeguei a ela. Na companhia da solidão posso ser eu sem nenhuma restrição, posso chorar, escrever e cantar. Ela me ensinou que não preciso de muitos para ser feliz, me ensinou que não preciso esperar a minha outra metade pois já estou completo. A solidão me ajudou a recuperar o que com falsos amores, falsas amizades e falsas promessas tinha perdido... Graças a ela hoje sei o que sou, para onde vou, e o mais importante, o que realmente vale o meu coração. Então tenho uma relação estranha com a solidão. Por dias e meses me faz companhia, até que chegue alguém e me põe medo por um tempo, (costuma ser bastante tímida e quando vê que alguém se aproxima desaparece) mas não me deixa, vai e acompanha outra alma e depois volta para mim ... Quando volta quase sempre me encontra com o coração feito cinzas, destroçado e morto; mas não diz nada, só me rodeia e fica até que eu recupere o fôlego para continuar. E essa é a nossa relação; embora em ocasiões sou infeliz com ela porque eu sinto que é muito ciumenta, já que se há alguém por perto da minha vida ela não tolera e se vai, mas: o que posso fazer? Ela é assim e nunca mudará!... e é bom tê-la por perto por momentos, mas não para sempre, mas sei que ela entende. E a verdade é a única que volta depois de um tempinho longe, porque as pessoas que já prometeram, nenhuma voltou. Então, ela é fiel a mim e eu a desejo com paciência quando não está... Hoje ela me acompanha, assistimos a chuva cair da minha janela. Hoje ela está aqui, e não sei por quanto tempo vai ficar desta vez, costuma falar pouco e nunca me diz quando se tem que ir; mas hoje eu me agarro a ela com tanta força que por agora não quero deixá-la escapar.