Frase de David ferreira
POETAR ... é entranhar-se pelas sutilezas que a Natureza, ao despertar do sol, reserva ao canto do seu rouxinol e, às andorinhas num céu de proezas...
No pensador.ai desde
POETAR ... é entranhar-se pelas sutilezas que a Natureza, ao despertar do sol, reserva ao canto do seu rouxinol e, às andorinhas num céu de proezas...
No pensador.ai desde
O sentimento de ”poder” para o homem é vital como a energia de uma lâmpada é para a lâmpada... O poder nasce da vontade de ser e, esta, resulta na iniciativa, construção e serviço. Para se construir algo é necessário, antes de tudo, avivar n’ alma o sentimento da possibilidade.
Os anos são assim, vão-se, transpõem-se... E nesse passar cíclico, virtual, trivial e passageiro, agencia-se uma espécie de páscoa pessoal onde se comemora o ressurgir de um novo tempo, mas um tempo agora muito mais proficiente e, certamente, muito mais promissor.
Os anos são assim, vão-se, transpõem-se... E nesse passar cíclico, virtual, trivial e passageiro, agencia-se uma espécie de páscoa pessoal onde se comemora o ressurgir de um novo tempo, mas um tempo agora muito mais proficiente e, certamente, muito mais promissor. E com essa experiência, colhida do ontem – já findo – somada à boa vontade, ao trabalho, compromisso e uma boa dose de humildade, o seu novo “presente” estará, gradual e progressivamente, garantido.
SER POETA Ser poeta, antes de tudo, é ser louco, incomum,
SER POETA Ser poeta, antes de tudo, é ser louco, incomum, sensível, sutil, pensante, falar das coisas, do abstrato, do rústico e do real, com poesia. É exprimir sua língua, difundir sua dor, pela íngua. Sentir-se eterno e morrer à míngua, num sentimento só seu... Ser poeta, além de tudo, é não saber, sensato, se sentiu, se sonhou, pensou ou escreveu algo... Aí, um crítico lhe aparece e, ao seu modo, cômodo, imperativo, decifra, resume e limita sua vida... Como se lhe pudesse conhecer ou, como tal, fosse possível.
POR UM FIO Nos dias de hoje, de tempos modernos,
POR UM FIO Nos dias de hoje, de tempos modernos, a dúvida transcende a vida... Exaltam-se as hipóteses e os valores se sucumbem. Dignidade, justiça (reto siso devotado), cada vez mais importam menos. Vale mais a euforia, o prazer imediato! Azar dos desgraçados: excluídos, indigentes, espoliados, sem direitos cidadãos – a vida toda, só deveres... Ah! Tempo de meu espaço, mais presente que passado!... Meu sinuoso trajeto –mais rabiscos que projetos – já sou todo indagação... Ai de mim mesmo, abstrato companheiro, se no óbvio desse suplício, esquecesse o Dom da vida e não me sentisse um Rei.