Frase de Rosa Ângela Falqueto Gióri
Festa Junina Com rimas e versículos através deste poemeto queremos que todos façam um animado coreto. Usando substantivos estudados de gênero, número e grau falaremos de uma festa que todos acharão legal. Nesta festa vem caravanas de tertúlias, súcias e camarilhas vem farândolas curiosos observar a girândola e a quadrilha. A rádio da cidadela está sempre a anunciar que não faltem à festança, onde teremos: banda, bandeirolas e fogueira para pular. Durante a festa junina os rapazelhos servirão: os pés de moleque, as porciúnculas de batatas-fritas, os guaranás, os champanhas e os quentões. A multidão está ansiosa. Os mocetões, as mocetonas e os anciões ganharam picadas de zângão e, logo começaram as comichões. A quadrilha começou é uma dança de par em par: o colega com a colega, o aluno com a aluna, até o frei e a soror dançam sem parar. As pessoas que dançam criam uma nova identidade. Se vestem de farândola e até de panapaná, deixando fantasiadas a ruela e a cidade. Na plateia, lá pelas tantas, debaixo de uma linda constelação, se ouve um vozeirão. O batalhão ficou atento, pois havia uma coorte querendo acabar com a animação. O cabeça da coorte foi preso, o anátema foi feito. Tudo voltou ao seu lugar o arraial não foi desfeito.
Rosa Ângela Falqueto Gióri
No pensador.ai desde