Pular para o conteúdo

Frase de Letícia da Silva

Não me solta, fica aqui comigo, já te fiz de abrigo pro meu coração. Não tem volta, tá aí o perigo, não sei se consigo perder tua paixão. Eu te vejo, descendo a ladeira, saindo do banco que a gente sentou. E me esqueço de olhar as estrelas pra te ver partindo pra onde ficou. Me seguro nas flores inteiras e nas brincadeiras que a gente brincou Me desabo na poça d’água, na foto rasgada que a gente tirou. Só te peço, fica aqui comigo, pelo infinito ou até o fim. Ou por pena, pra me ver serena, para me acalmar, fica perto de mim. Não me esquece na tua penteadeira junto da revista que a gente posou Me aquece naquela geleira que a solidão me transformou. Não me solta, fica aqui comigo, já te fiz de abrigo pro meu coração.

Letícia da Silva

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Letícia da Silva

Um milhão de pessoas vagam, formigas buscando uma direção segura, aquela em que as chuvas torrenciais não ás afetará,
Continuar lendo

Um milhão de pessoas vagam, formigas buscando uma direção segura, aquela em que as chuvas torrenciais não ás afetará, aquela que fará com que cheguem a algum lugar. Mas na verdade as formigas andarão em círculos, numa direção não tão segura. Os predadores às perseguirão e quando menos esperarem elas serão capturadas, pela rotina, pela persuasão, pela imprecisão e, pelas pessoas.

Não sei porque, nem por razão "Insisto em te dizer que estou aí não sei porque, nem por razão
Continuar lendo

Não sei porque, nem por razão "Insisto em te dizer que estou aí não sei porque, nem por razão nem vou sair uma penetra, que usurpou da confidência não entenda mal, não foi um ato de inocência se não quiser, que eu vier, é só gritar é só clamar vou me infiltrar no teu recinto, sucinto sinto por tudo que causei antes de vir talvez agora eu aprendi a te gostar sei que a chance que me deu está logo ali foi um poeta que contou e eu ouvi." são só palavras mas são minhas evidências de que um dia, eu zarpei atrás de ti no mesmo mar em que deixou as tuas pistas não ancorou e me deixou sem te sentir salgada e triste, amargurada, abandonada sem ter porque, nem por razão, amedrontar sinto que um dia, navegando minha jangada eu vou te ver a deportar tua morada. e me tornar mais uma vez, a tua amada.