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Frase de Robin S.25

⁠Lua, Luar Ah, se eu pudesse tocar-te desenhar-te com o dedo Pálida, branca como gelo. Solitário, hei de amar-te. Ah, se eu pudesse descrever, este encontro entre nós, o desejo de estarmos sós, no lampejo, dou-me a escrever: "- O fino véu translucido, banha-me de corpo inteiro, que jaz prazenteiro, do meu eu, esmorecido. Todo eu já combalido, de minh'alma esvanecido, pois, de ti entorpecido, meu eu tenho carecido. Hoje doudo por inteiro, no silêncio matreiro, Fugaz e sorrateiro, ser d'alma poeteiro." Ah, se pudesse o nevoeiro, não me deixar arrefecido, minh'alma teria oferecido, como amante... fiel escudeiro. Tão pálida sua luz sombria, farta-me de tal maneira, e ao meu coração esgueira, quente dentre a noite fria. A face da terra acaricia, luzente como um ser divino, toca nest'alma de menino, que no gélido sereno, ardia. Como amantes de histórias antigas, Deusas, homens e meninos, finda o espírito, tais desatinos, nesta e noutras épocas vindouras. Dominante o nevoeiro, descansa no campo enegrecido, Pálida, repousa sobre o outeiro, e finda o campo enegrecido.

Robin S.25

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Pensador.com

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⁠Não tenho medo de dizer o que penso, no dia em que me ver com medo de me expressar, ou estarei seguindo o "efeito manada", ou eu já terei "batido com as botas".