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Frase de EdsonRicardoPaiva

Uma criança perguntou-me o que é sucesso Não sei como alcançá-lo, acho que não Portanto, não sou indicado a descrevê-lo mas, tentei, com certo zêlo traduzí-lo para aquela criança: Creio que sucesso É não estar presente no início de algo bom Mas ser chamado a estar por ali Quando aquilo estiver perto do fim pois quem te chamou talvez tenha a esperança de que assim, não acabe, Ou, quem sabe, termine melhor Sucesso é não pôr preço no que faz Não dar o endereço a ninguém E mesmo assim, as pessoas quererem saber onde você está E dizerem que realmente não tinha preço Os sorrisos que você distribuiu de graça Ter sucesso é quando não é preciso Pedir licença e nem acesso Mas não porque você seja alguém importante ou arrogante ou tenha ingresso permanente Pois o sucesso está no fato de você ser amado por muita gente e as pessoas pensarem com certeza Que a sua presença garante Que mesmo que aquilo que está ruim não melhore Mesmo assim, haverá de não perder a beleza que lhe restava Sucesso, é quando gostam da convivência com você e quando você não está Perceberem sua ausência Sucesso é poder diminuir a dor daqueles que perceberem que quando fizeste algo jamais o fez por dinheiro e, sim, por amor Sucesso é algo difícil de alcançar é não cobrar, mas mesmo assim honrar todos os seus compromissos e estar compromissado com o bem sem dizer isso a ninguém Portanto, aqueles que o alcançam Nem ao menos sabem disso

EdsonRicardoPaiva

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Pensador.com

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Outras frases de EdsonRicardoPaiva

"E tudo acaba Sendo eternamente igual Não se divide o invisível
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"E tudo acaba Sendo eternamente igual Não se divide o invisível Em partes iguais Ponto final Nada mais." Edson Ricardo Paiva.

⁠Nasce o dia na janela Bela luz que resplandece Cresce o canto de pássaros lá fora
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⁠Nasce o dia na janela Bela luz que resplandece Cresce o canto de pássaros lá fora Poesia infinita pra olhares falantes Olha o ar com olhar de ouvinte Um certo manto vem cobrir-me a alma O momento, o instante, o segundo seguinte Um mágico nascer de dia A magia sobrepõe-se à lógica Transcende ao frio caminhar das horas Põe as coisas onde estão Aquece o caminho Navega o mar sem pressa Atravessa bem devagarinho todo o ar que me permeia Se compõe, se sobrepõe, vagueia e aquece Nasce o dia como a prece que agradece a poesia primeira Tem que ver como é bonito Quando o espírito da gente Volta lá na primeira manhã Relembra o quente que era Cada sol que alvorecia e mostrava Toda gota brilhante Cada instante percorria a nova primavera Vivida ou vindoura Cada lágrima chorada Pois a vida é nada, se a gente não chora também Se são elas que douram as lembranças De todas as dores e alegrias Noites bem ou maldormidas Manhãs orvalhadas São as horas da vida e há de sempre faltar Vamos sempre carecer daquele mero instante Irmãos e irmãs, um olhar aos ponteiros Corre o tempo, passa tudo O nada, a saudade, a solidão, um sorriso e a gratidão Nasce o dia na janela, é preciso viver E se a vida é bela ainda Cada um de nós precisa ouvir A voz que tem o coração Só ela pode dizer. Edson Ricardo Paiva.

Quando o teu relógio Finalmente despertar Pode ser recordação
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Quando o teu relógio Finalmente despertar Pode ser recordação Ou a frase que porventura Lhe vier à cabeça Em mais uma oração Um ponteiro tardio Mostrando que a hora passou Um palco vazio A cortina, há muito fechada A roda gigante da vida girou Teus relógios brilhantes Mostram sempre as mesmas horas Mas os tempos são outros Este mundo está tão diferente Luzes apagadas Não há nada, não há mais ninguém Um dia o relógio desperta É momento de despedida Nesta vida Pra tudo existe a hora certa. Edson Ricardo Paiva

Margarida. O ponto de mutação Um canto de pássaro
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Margarida. O ponto de mutação Um canto de pássaro Aquele traço profundo Meus passos cada vez mais lentos Quatro ventos Quatro pontos Quatro estações Não sei em qual delas eu desço desde o começo eu desconfiava Que essa estrada Não leva a lugar nenhum Pressinto o quinto dos infernos Resumindo tudo isso Eu meço a distância e concluo a relevância do nada E é nisso Que tudo consiste Sigo mudo e cego Ouvidos ouvindo absurdos A cada dia mais corretos E cada vez menos lerdos Á minha esquerda Jaz a margarida Quase apagada Semi-desenhada na parede Milhões de Céus Bilhões de mundos Eu no chão É quando chego ao ponto Porém este de interrogação Edson Ricardo Paiva