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Frase de Pedro Bandeira

Quem sou eu? Eu às vezes não entendo! As pessoas têm um jeito De falar de todo mundo Que não deve ser direito. Aí eu fico pensando Que isso não está bem. As pessoas são quem são, Ou são o que elas têm? Eu queria que comigo Fosse tudo diferente. Se alguém pensasse em mim, Soubesse que eu sou gente. Falasse do que eu penso, Lembrasse do que eu falo, Pensasse no que eu faço Soubesse por que me calo! Porque eu não sou o que visto. Eu sou do jeito que estou! Não sou também o que eu tenho. Eu sou mesmo quem eu sou!

Pedro Bandeira

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com | Fonte: Literatura Em Minha Casa, Palavras De Encantamento, Poesias, Editora Moderna, Ministério da Educação, FNDE

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Outras frases de Pedro Bandeira

O futuro só tem valor se nele podermos garantir a perpetuação do passado.
A marca desta lágrima testemunha que o amei perdidamente Em suas mãos depositei a minha vida, e me entreguei completamente. Assinei com minhas lágrimas cada verso que lhe dei
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A marca desta lágrima testemunha que o amei perdidamente Em suas mãos depositei a minha vida, e me entreguei completamente. Assinei com minhas lágrimas cada verso que lhe dei Como se fossem confetes de um carnaval que não brinquei. Mas a cabeça apaixonada delirou Foi farsante, vigarista, mascarada Foi amante, entregando-lhe outra amada Foi covarde que, amando, nunca amou!

Identidade Às vezes nem eu mesmo sei quem sou.
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Identidade Às vezes nem eu mesmo sei quem sou. às vezes sou. "o meu queridinho", às vezes sou "moleque malcriado". Para mim tem vezes que eu sou rei, herói voador, caubói lutador, jogador campeão. às vezes sou pulga, sou mosca também, que voa e se esconde de medo e vergonha. Às vezes eu sou Hércules, Sansão vencedor, peito de aço goleador! Mas o que importa o que pensam de mim? Eu sou quem sou, eu sou eu, sou assim, sou menino.

A mamãe não me bota mais no colo, não bota mais,
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A mamãe não me bota mais no colo, não bota mais, não me embala mais o sono, não embala mais, não canta pra eu dormir... não canta mais... não bota mais, não embala mais, não canta mais... Eu bem sei que já faz tempo que ela ainda me embalava, mas me lembro muito bem, era assim que ela cantava: "Dorme, dorme, filhinho, meu anjinho inocente, dorme, meu queridinho, que a mamãe está contente..." Mas o tempo passou, passou, passou, e a cantiga calou, calou, calou... e o menino foi crescendo, crescendo, cresceu, cresceu, mas aquela voz ficou. ficou, ficou... Eu agora já sou grande, tenho quase a altura dela. Vai chegar a minha vez de poder cantar para ela...