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Frase de Tatiane Éfer

Venho testando a vida. Refinando as minhas arestas, dando conta de algumas coisas, protelando outras, conhecendo pessoas, perdendo outras. Ganhando espaço, desaparecendo por um tempo, aparecendo inesperadamente... Acertei quando não esperava, e perdi em outras ocasiões estando convicta de estar tão preparada. Já me surpreendi com sentimentos simples, até mesmo tolos, que me fizeram perder o chão. Já fui rude, briguei sem razão. Demonstrei insegurança, ciúmes e também ingratidão. Levantei, sai do chão. Já chorei de felicidade e sorri querendo sumir. Já fechei a porta querendo que ela se abrisse de volta, e antes de dar meia volta pedi perdão. Ajudei pessoas estranhas e me omiti com aqueles que poderiam ser meus irmãos. Já lavei louça cantando e fui em festas com a alma e o coração sangrando por alguma dor qualquer, hoje já cicatrizada. Já desperdicei oportunidades únicas por medo de parecer ridícula. E por vezes, cheia de coragem me permiti ser tola e feliz. Passei horas pensando sem agir, e noutra ocasião, por impulso, fiz o que tinha que fazer sem nada temer. Julgaram-me insensata, fútil, chata. Enquanto outros me olhavam com amor, cumplicidade, e com um brilho nos olhos de cegar qualquer maldade. É, acho que a vida é assim, cheia de prismas diferentes que vão testando a gente, até que estejamos prontos pra sei lá o que!

Tatiane Éfer

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Tatiane Éfer

Todo mundo possui um lugar secreto. A sorte de alguns é repousar-se dentro de si, enquanto a desgraça de outros é viver aprisionado a superfície de outro alguém.
Sempre compreendi os estranhos, que acordam de mau humor, que oscilam de temperamento, que, ora açúcar, ora veneno... Minha reticencia fica por conta dos que atacam sorrindo, que não descem do salto, e que tocam superficialmente. Tenho medo de quem tem uma cara só. Que espécie…
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Sempre compreendi os estranhos, que acordam de mau humor, que oscilam de temperamento, que, ora açúcar, ora veneno... Minha reticencia fica por conta dos que atacam sorrindo, que não descem do salto, e que tocam superficialmente. Tenho medo de quem tem uma cara só. Que espécie de diabo sustenta algo assim; numa raça onde a emoção, mais que regra é uma condição humana?