Frase de Luisa Corviello
“Cada remada, eu chego a conclusão que é totalmente avulso e inútil, Continuar a fugir deste Oceano sufocante, quando tudo que se enxerga é apenas água, Minha realidade é superfície líquida. Nem sequer avisto a ponta do sol, nessa trajetória, estão abordo minha persona e a Lua. Viro me trêmula... guardo os remos, Outra onda se forma. Agora que me afogou, devo me entregar? Completamente sem forças, meu corpo é atirado ao nada. Meu oceano não há existências, vazio cinza. Emitindo sons de fúrias, águas batendo contra elas próprias. Esse é o jogo, no final da partida, a Lua me acolhe em luzes. Agora pior, sem barco e sem planos, Somente eu por eu, braços cansados. Até onde me restar esperança, eu nadarei sob as direções da Lua. Consciente de que o Oceano um dia se tornará menor, Mesmo assim dentro de mim.” -Luisa Corviello
No pensador.ai desde