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Frase de RCULPI

SEXTOU O sol se despede, dourando o horizonte, A semana se curva, cansada, ao crepúsculo. Nas ruas, murmúrios de liberdade, A cidade respira um alívio coletivo. SEXTOU, o grito ecoa nas almas, Como um pássaro que se liberta da gaiola. Os relógios se tornam cúmplices, Marcando o início de um sonho compartilhado. A noite veste seu manto estrelado, Promessas de risos e encontros ao luar. Os corações dançam ao ritmo da esperança, Embalados por melodias de alegria. SEXTOU, o tempo se dilata, Os minutos se tornam eternos instantes. A rotina se dissolve em brumas, Dando lugar ao improviso e à magia. Os bares são templos de celebração, Onde brindes selam pactos de felicidade. A vida se revela em cores vibrantes, Num quadro pintado com tintas de eternidade. SEXTOU, a alma se renova, Como a lua que se refaz a cada ciclo. O fim de semana é um oásis, Onde descansamos e nos reencontramos. Então, celebremos a sexta, Com a leveza de quem sabe viver. SEXTOU, é o mantra que nos guia, Para um amanhã repleto de possibilidades. Roberval Pedro Culpi

RCULPI

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Pensador.com

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Outras frases de RCULPI

Carta ao Tempo Meu caro Tempo, Confesso que não sei se te temo ou te desafio. A morte? Ora, a morte é só um ponto final mal colocado, e eu, como bom desleixado, sempre preferi as reticências... O que me assusta mesmo é a tua ironia: morrer cedo demais, deixando a mesa posta e o…
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Carta ao Tempo Meu caro Tempo, Confesso que não sei se te temo ou te desafio. A morte? Ora, a morte é só um ponto final mal colocado, e eu, como bom desleixado, sempre preferi as reticências... O que me assusta mesmo é a tua ironia: morrer cedo demais, deixando a mesa posta e o vinho por abrir, ou tarde demais, quando já não há convivas, só pratos vazios e um relógio a tocar no vácuo. Quero ir-me na hora certa — nem tão cedo que os meus ainda chorem de verdade, nem tão tarde que disfarcem o suspiro de alívio com flores murchas. E que sobrevivam alguns dos que desprezo, porque um homem sem rancores é como um mar sem maré: plano, previsível, incapaz daquela fúria que também ergue barcos. E quando enfim me dobrares a página, que fiquem umas poucas linhas minhas, rabiscadas num canto qualquer — num caderno esquecido, num email perdido na nuvem. Coisas que um dia alguém possa ler e pensar: *"Este aqui ainda respirava quando escreveu."* E aí, meu velho Tempo, terás cumprido teu ofício sem me fazer covarde ou caricatura. Assinado, Um que ainda não acabou de chegar Roberval Pedro Culpi

Carta (não necessariamente urgente) sobre a morte e suas pirraças Curitiba, essa noite meio sem graça de quinta, Num tempo que não sei bem se sobra ou se falta.
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Carta (não necessariamente urgente) sobre a morte e suas pirraças Curitiba, essa noite meio sem graça de quinta, Num tempo que não sei bem se sobra ou se falta. Prezado amigo (ou quem ler isso, vá lá saber), Escrevo não porque tenha urgência, que mortais não tem horário marcado, mas porque hoje me deu para pensar nessas coisas que a gente só finge que esquece. Morte, veja só. Tema que dá pano pra manga e silêncios incômodos em conversas de elevador. Mas a verdade é que às vezes não é ela que assusta — é o medo do atraso ou da antecipação. Sim, tenho medo. Mas mais ainda de morrer na hora errada. Daquele falecimento inconveniente, tipo deixar o feijão no fogo e não voltar mais. Ou então ficar tempo demais, feito parente de festa que não entendeu que acabou. O sujeito vira ruído de fundo, se arrasta pelas tardes, ocupa espaço que já devia estar livre para outra coisa — talvez uma planta ornamental ou um cachorro esperançoso. Quero ir quando ainda restar alguém que feche os olhos por um segundo ao lembrar de mim. Mas não tantos que respirem aliviados. Aquela linha tênue entre o “já vai tarde” e o “que falta faz” é difícil de mirar, mas tento, com a pontaria do coração — que sempre foi míope, convenhamos. E torço pra que sobrem uns poucos desafetos. Não por maldade, veja bem. Mas porque quem nunca odiou também nunca amou com força. Os mornos não deixam rastro nem queimam as pontas dos dedos. No fim — e essa é a esperança que abraço com certo sarcasmo — talvez restem algumas linhas. Frases ditas sem urgência, guardadas num papel, esquecidas numa nuvem digital com nome de bom tempo. Coisas minhas, soltas no mundo, sobrevivendo a mim. Se alguém ler, que sorria. E se puder, que imagine que eu ainda estou por aí, rindo também, com aquele jeito de quem sabe que o último a rir, às vezes, nem precisa estar vivo. Roberval Pedro Culpi

**Saudades do Futuro** Planejei tantas manhãs — cada gesto, cada riso —,
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**Saudades do Futuro** Planejei tantas manhãs — cada gesto, cada riso —, o jeito que te olharia, o adeus que seria um início. Desenhei estradas, hotéis baratos, noites sem destino, e um café frio entre teus dedos. Mas o trem não passou, ou passou e eu dormia. O mapa ficou velho, a mala empoeirou. Agora chovo em dias certos, guardo horários de partidas, e sinto, estranha saudade do que nem chegou a ser vida. Talvez num outro tempo, numa esquina não prevista, eu quem sabe encontre o futuro que ainda exista. Roberval Pedro Culpi

Delicadamente ofensivo - Você é um eterno aprendiz, todo dia precisa aprender a mesma coisa. - ⁠O silêncio é a sua melhor qualidade.
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Delicadamente ofensivo - Você é um eterno aprendiz, todo dia precisa aprender a mesma coisa. - ⁠O silêncio é a sua melhor qualidade. - ⁠Gosto do seu raciocínio, mostra que vc tem os 2 pés no chão e as mãos também. - ⁠Em algum lugar do mundo existe uma árvore que recicla o ar que você respira; encontre-a e peça desculpas. Roberval Pedro Culpi