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Frase de Sérgio Júnior

⁠VERDE OLIVA É de fazer tremer, os lusíadas e a Ilíada, até mesmo "o banquete". O conto que ouvi sobre um povo protegido, pela lei e por cadetes. De uma terra fértil e longínqua, de léguas que não acabam mais. Que fora invadida e saqueada, perturbaram a ordem, roubaram a paz. Nuvem densa de insegurança, povo angustiado, mas destemido. Se organizaram para expulsar o bandido, que dizia que o povo, já tinha perdido. Um grupo seleto que em outro tempo, já havia derrubado, rebeldes e imorais. Apelidados de onça, camuflados, coturno, boina, os generais. Era a última esperança de resgate, dos princípios e valores. Pois a terra estava minada, geraram métastases, os tumores. E se mantinha assim aquela povo, com confiança e uma fé constante e muito viva. Exigindo quimioterapia, gritando em alta voz: onde estais oh verde oliva? Eu pergunto se nessa cidade, com tanta gente, que só de olhar já se fica tonto. A cidade é real, há lei lá, o povo é protegido, ou tudo é mesmo um conto?

Sérgio Júnior

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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A opinião deve ter como finalidade, ajudar resolver problemas, não de criar outros.
⁠Dominado pelos benefícios da calma de sua presença. Agora um menino inseguro e chorando a sua ausência. E esse é o ponto em que você é dualidade, bem e mal, guerra e paz.
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⁠Dominado pelos benefícios da calma de sua presença. Agora um menino inseguro e chorando a sua ausência. E esse é o ponto em que você é dualidade, bem e mal, guerra e paz. Porque hoje aqui não estás, ora choro e ora pego-me rindo, nas lembranças que sua falta traz. Sergio Junior