Frase de Jorge Ferreira dos Santos
Soneto de amor Motivo agreste, de grande dor e inspiração; Desdenhando, seu prestígio e importância; Me domina o ser mau, vence a ganância; E me liberta, misérias do coração. É tormento, é dor, que corta a respiração; Dessa dor, que predomina, eterna e breve; É carinho, que nos mata ao de leve; É um caminho, sem retorno e sem perdão. Se o teu carisma, perdura entre levas; Minha procura é uma batalha só por si; Querer-me teu não é dádiva que devas. Teu doce ser ilumina as noites cegas; És flor de estufa, mais amada que vivi; Amor assim, não mereço e não me negas.
No pensador.ai desde