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Frase de Fabiano Demitte

O Abraço O abraço é uma pausa no tempo. É quando dois mundos se encontram e, por um instante, descansam um no outro. Não exige explicação, não pede permissão, apenas acontece — como um porto seguro diante da tempestade. Há abraços que curam mais do que palavras. Abraços que dizem “estou aqui” sem emitir som algum. Abraços que seguram firme, mesmo quando tudo parece desabar por dentro. Existem abraços que guardamos na memória por anos, como quem guarda um cobertor em dias de frio. Porque há toques que não se esquecem, há gestos que marcam a alma. Nem sempre o abraço vem com os braços. Às vezes, ele vem em forma de silêncio, de presença, de um olhar que compreende. Um gesto que diz: “Você importa”. O abraço é um lugar. Um espaço de pausa, de reencontro, de amparo. É onde a dor encontra descanso e a alegria se amplia. É onde as palavras perdem a pressa e o coração ganha fôlego. Que nunca nos faltem os abraços verdadeiros — aqueles que não precisam de ocasião, que não esperam permissão, que simplesmente nascem do cuidado. Porque no fim das contas, todos nós só queremos isso: um pouco de calor, um pouco de paz, um pouco de abraço. D

Fabiano Demitte

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Fabiano Demitte

Tentativas e erros fazem parte da nossa natureza, o que não podemos é deixar estes erros impedir e tirar o desejo de tentar até acertar.
Às vezes, apenas sinto. Não sei exatamente o que é a tristeza. Ela não grita, não se explica, não aparece com nome ou rosto.
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Às vezes, apenas sinto. Não sei exatamente o que é a tristeza. Ela não grita, não se explica, não aparece com nome ou rosto. Ela só… se instala. Às vezes, vem devagar — uma brisa fria que toca o peito sem pedir licença. Outras, é como um silêncio pesado que se senta ao meu lado e decide ficar. Não dói como uma ferida, não arde como o medo. É mais sutil. Mais vazia. É um olhar perdido, um suspiro que não encontra ar. É estar cercado de coisas e ainda assim se sentir longe. É querer chorar, mas não ter lágrima. É desejar ser ouvido, mesmo sem saber o que dizer. A tristeza é esse espaço sem nome, onde tudo fica embaçado, meio lento, meio longe. Como se o tempo parasse, mas não fosse descanso — só ausência. E quando tento entender, tudo escapa. Fico ali, quieto, como quem esqueceu de existir, mas ainda respira.