Frase de William Philippe.
Poemas à morte - 6 Estranhos perante a luz se refugiam no breu da noite, onde é que se produz força assim, cavalgando à foice. Se a neblina densa lhe cobrir não se assuste, há sempre alguém a quem irá seguir. Hoje não há ninguém. Ontem o que lhe cativa, hoje lhe repele. Ontem o que lhe ilumina, hoje lhe escurece. O hoje é quem lhe matará, se estará pronto não é questão, a morte lhe sugará, a morte é inquisição. A morte é a sua alma, a morte é luz em ascendência, a morte está na vida mascarada, a morte é um, sem insistência.
No pensador.ai desde