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Frase de David Gismenes

Decocção de areia Não sei o que sou, só sei quem sou Pulo em um mar, navego Seco o mar esta e dentro dele uma planta morta tem Para o fundo da areia a planta vai Aquece e se torna uma rocha Que com o tempo se desgasta e vira pó Em meio aos pós há um brilho Se desfaz feito fogo ateado na folha E o pó com um vento se desfaz como cinzas da folha O mar seco com areia se torna rochoso Tudo o que tinha de vivo morreu No céu não tem nem azul nem nuvens No céu que reflete o mar vejo meu reflexo Em um piscar de olhos desapareceu, junto com o sol que se esfria e cai Suas cinzas desaparecem nas rochas que já foram água Já sei o que sou, não sei quem sou.

David Gismenes

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Pensador.com

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Acordar Encher os pulmões de ar. Revigorar-se do ar leve e puro
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Acordar Encher os pulmões de ar. Revigorar-se do ar leve e puro D'uma primavera, Uma manha Ver. Oh, o mais belo olhar Os radiantes fios aos puros raios solares O doramento, o caramelado em suas pontas. Pensamentos aflitos, imaginações surgem Crer A ignorancia de uma bondade Vontade de ter o impossivel Acreditar em seu potencial Derrota Sabor amargo de presenciar diante dos olhos Tristeza te corrompe Vontades já não li faltam Radiantes brilhos, negros de falecimento Morrer Talvez um otimo momento Sentir, ouvir, perceber Ver o tempo, prescindir que a morte não é triste. O tempo, Ah, o tempo Como seria bom não ter acordado Primavera linda, porem morta Perceber Uma casa em um monte Uma colina verde, crer Almas puras, a malicia não existe Elas correm em um lindo amanhecer, ensolarado Abraçar-se com o bem, o amor está em seu lado, finalmente! O que você procurou, está com você. Acordar Encher os pulmões de ar. Revigorar-se do ar leve e puro D'uma primavera, Uma manha No final, entristecer-se, morrer