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Frase de Liliane Almeida

Culpada livre.. Piolhos e ratos me rodeiam Já não me lembro da liberdade Escuridão é o que me resta Perdida estou, nada vai melhorar Insanos, inocentes e rebeldes Deu vacilo, sofre muito Eu sinto não ter mentido A culpa é minha e quero voar Com você percebo a burrice Deixo passar despercebida Se duvidar posso te esperar Mas se bobear te ponho no meu lugar A vida passa, a vida continua Eu vou, você vem, ele fica Eu não quero ficar, você não quer vir, Ele? Ele sobra! Não mandei acreditar em mim.

Liliane Almeida

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Pensador.com

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O AMOR Natureza selvagem é coração do homem Que escondes belezas e maldades
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O AMOR Natureza selvagem é coração do homem Que escondes belezas e maldades Que traz consigo plenitudes e delírios Que faz dos amantes dois encarcerados Prisão maior não há Nem liberdade que alguém queira comprar A está vida os apaixonados se rendem Embebidos de amor a vida vai passar Todo mel um dia açucara Assim também é o amor Se não alimenta de carinho ele se vai Desliza nos córregos dessa vida e não volta mais Pra voltar em outras vidas Tem que ser amor de verdade Pra reviver a louca paixão de antes E novamente os amantes, liberdade querem não

O.H.L.A.B.A.R.T Trabalho é tédio total Que vacilão foi o criador
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O.H.L.A.B.A.R.T Trabalho é tédio total Que vacilão foi o criador Mal sabia ele que ia ser um desastre Desconhece a burrice que cometeu Trabalho não é tédio total O chefe é que é um horror Só penso no dia de me livrar E com prazer minhas férias curtir Trabalho máquina de fazer dinheiro E sem dinheiro eu vivo mal Prefiro aturar o chefe de galocha A passar meus dias sem nada comprar Ahh se tu criador do trabalho fosse vivo Eu te deixaria o mais pobre dos homens Só pra sentires a tolice que cometeu Criando essa rotina chata de trabalhar

Zorte Perfumes sem flores sinto no ar Seca dos rios uma lágrima a rolar
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Zorte Perfumes sem flores sinto no ar Seca dos rios uma lágrima a rolar Ventania que ataca longe do mar Chora, grita espera a tempestade chegar Sol brilha forte beleza tão sublime Vai aos poucos se escondendo na inocência das nuvens Que escuras estão, apagam o brilho e se vão Deixando descer a terra suas partículas em vão Ao comando dos ventos... Norte, sul, leste e oeste Dança os pingos, dança a poesia Criança tristonha com copo vazio Mais uma vez... Sorte... Zorte... Sertão.