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Frase de JÚLIO C. SOARES MACHADO

⁠SÓ OBSERVO! FAZ SOL: ôh calor do Saara, tô derretendo... FAZ CHUVA: odeio pés molhados, chove o trânsito para... FAZ FRIO: frio dá preguiça, vem verão... A busca da felicidade começa quando a gente para de reclamar das coisas que não são responsabilidade nossa! Viva os dias de sol certo de que na hora certa a chuva chegará e permanece apenas enquanto for seu tempo. Assim é a natureza, assim são as oportunidades da vida. No calor tome banho de mangueira, na chuva brinque na lama, no frio se aconchegue com uma boa companhia... Crie novos hábitos, atitudes ao invés de inventar desculpas!

JÚLIO C. SOARES MACHADO

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de JÚLIO C. SOARES MACHADO

De que adianta o empresário fazer campanha de quarentena se seus empregados continuam sendo alvos (ou até transmissores) do vírus? É bonito apelar para mídia afim de conscientizar, mas nós que vemos a história do outro lado chamamos isso de hipocrisia. Por menor que seja uma eng…
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De que adianta o empresário fazer campanha de quarentena se seus empregados continuam sendo alvos (ou até transmissores) do vírus? É bonito apelar para mídia afim de conscientizar, mas nós que vemos a história do outro lado chamamos isso de hipocrisia. Por menor que seja uma engrenagem, se ela se quebrar todo o sistema para. Enquanto isso a gente vai morrendo... Morre uma doméstica, morre um pobre coitado; só não morrem a usura e o egoísmo, que já veem da fábrica imunizados.

Sou brisa acolhedora, tempestade em outro instante Partículas que voam, alma livre e inconstante Tenho muitas formas, sou mutável e vibrante
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Sou brisa acolhedora, tempestade em outro instante Partículas que voam, alma livre e inconstante Tenho muitas formas, sou mutável e vibrante As palavras certeiras de um imprevisível sábio errante Sou o espaço, a intuição, sou o toque e o nada Às vezes passo de leve, às vezes viro fio da navalha O vórtex, o aroma, a bruma e o vento em rajada Fico apenas na lembrança, pois estou sempre na jornada

Somos todos invocadores Você ora enquanto eu conjuro. Você chama de dizimo, eu digo oferenda.
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Somos todos invocadores Você ora enquanto eu conjuro. Você chama de dizimo, eu digo oferenda. Você faz ofertas e eu sacrifícios. Você condena os maus ao reino das tormentas e eu amaldiçoo seus destinos. Você abençoa, eu faço círculos de proteção. Você tem um terço e o crucifixo, eu seguro um cajado e meu talismã. Suas histórias falam de anjos e meus cânticos definem os elementais. Você se reúne em templos e eu ajoelho em altares. Você faz sinais da cruz e eu selos de um tempo ancestral. Você chama de fé o que eu chamo de magia. Agora eu explico o que você não entendeu ainda: Usamos nomes diferentes para fazer invocações. Acreditamos que nossas ações são vistas e compreedidas por entidades capazes de mudar a realidade através de sua vontade e energia. Nossas crenças não nascem do nome que as concedemos, mas nosso preconceito sim. Respeito é essencial até porque; no fundo, se comparar com inteligência; nós somos todos iguais.