Frase de Carlos de Castro
PÁSSARO LIBERTADOR Na linha imaginária do horizonte, Filtrada pelo sol já passageiro, Vejo um vulto, asa de anjo Que me chora logo defronte A esta janela do meu derradeiro Olhar cativo no monte Do meu penar, Sem te poder mais amar. Anda, passarita Clara. Com o teu bico de beijo, Inicia-me no teu solfejo E liberta-me desta amarra. (Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 27-05-2023)
No pensador.ai desde