Frase de Guilherme Sadocco
Súplica de Húmus Temos tanta tecnologia, desenvolvemos tantas máquinas, que esquecemos que temos também o coração. O homem busca progresso, mas o progresso tem um preço, muitas vezes o regresso: Máquinas e redes sociais. Mas a fome, a Guerra e a destruição do nosso planeta ainda são nossos maiores desafios. Desigualdade, essa palavra poderia ser uma trilha sonora de um filme, neste mundo que vivemos, com notas simples e intervalos menores. Estamos percebendo que em muitos lugares, como nosso continente de origem, a miséria é a música que rege, segundo a OMS, crianças morrem antes de completar seu primeiro ano, por fome, mas, até quando? Tratamos nossas diferenças com tiros, murros, ofensas, matamos por interesse ao que não é nosso. O mundo está compondo um manual para a autodestruição, mas não percebe. As mortes as famílias destruídas que deixam quando passam. Não há amor onde há guerra. Ainda não nos cabe ter ambição, querer o que não nos pertence, desequilibrar o equilibrado é um ato inconsequente, queremos coisas que Deus criou, queremos arrancar a força o que ele nos deu de Brinde, matamos animais, e o ecossistema se perde, nosso sistema perde nexo nesta tese. Como uma música sem tom, uma harmonia sem melodia o mundo se encontra, estamos acompanhando a destruição, a degradação do degradável, achávamos que era pra sempre, mas como a música o mundo acaba, nessa bola de neve constante, que gira e nunca para.
No pensador.ai desde