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Frase de Moacir LuÌs Araldi

Viver é uma experiência incomparável. Vamos deixando um tanto de nós nos sorrisos que distribuímos vida a fora, um pouco de amor mesmo nos mais breves romances, um tanto de confiança em cada melhor amigo que as fases da vida acabam escolhendo. Um tantinho de agradecimento aos ingratos que tornam possíveis certas comparações e que criam certos medos bons até nas manobras mais seguras que vamos tendo que fazer. Adquirimos uma porção de experiência em cada passo que temos que dar e isso possibilita entender que caminhado nos tornamos maduros, mas não velhos. Ficamos, também, com um pouco do abatimento, é preciso dizer, em cada rosto triste que fitamos no dia a dia, mas isso é para vermos que sorrir pode ser mais benéfico. Quanto a mim, deixo um pingo de essência em cada poema que escrevo e que talvez só eu sinta, contudo, isso me permite entender de quantas sílabas métricas se faz uma existência de versos livres. Mesmo que eu tenha sepultado um mínimo que seja da minha própria alma junto a cada amigo que partiu, e nas minhas próprias partidas, continuo vivo e o melhor: vivendo. Deixo (me permitam) um naco de amor a cada um que entra em minha trajetória, pois não se vive de acasos e no amor - em todas suas variantes - o que se diz é muito menor do que o que se sente. No fundo, me atrevo a dizer que somos todos diversos e, ao mesmo tempo, parecidos em humanidade, pois dentro da sensibilidade de cada um vamos moldando-nos no íntimo e quem mais sensível for mais intensamente vive. Não devemos nunca buscar a bandeira da felicidade em nenhum lugar fora de nós pelo simples motivo dela não existir. Seria uma grave ilusão de ótica, se quiser vê-la, senti-la e vive-la olhe para dentro, ela sempre esteve ali – Acredite: chegou a sua hora de visualiza-la e ser feliz.

Moacir LuÌs Araldi

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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⁠Seja via só de passagem. Não plante futuros entre as pedras, nem abane adeuses em cais, em momentos sombrios. Melhor ouvirmos o vento declamar redemoinho-de-poesias que enchem de alegrias, mesmo que fúteis e vazias. Sem medo de decepções, mantendo o sonho bem vivo e a felicidade em nossas mãos.

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Embaçado O dia estava me esperando. Lindo. Primaveris adornos a enfeitá-lo. O talentoso sol desenhava sombras dos meus pedaços. No outside marítimo pranchas a deslizar com surfistas equilibrados. E eu que acabei de chegar de um sonho “desperfumado” questionei Por que havia me acordado? Meus olhos buscaram também o céu. Límpido, mas estranhamente o vi embaçado.